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	<title>Paradigma21:</title>
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	<description>Ciência, tecnologia, sociedade e cultura</description>
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		<title>Paradigma21:</title>
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		<title>A Estranha história da Gripe A (H1N1)</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Gripe A]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Teresa Forcades i Vila 1. DADOS CIENTÍFICOS - Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1 estirpe S-OIV) foram diagnosticados na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 (1). - A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem por ser do subtipo H1N1: a epidemia de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=120&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="access" align="justify">
<p align="center"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/6790193' width='500' height='400' frameborder='0'></iframe></div></p>
<p style="text-align:center;"><em>Por: Teresa Forcades i Vila</em></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-family:garamond;font-size:small;"><br />
<strong>1. DADOS CIENTÍFICOS</strong></span></p>
<p>- Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1 estirpe S-OIV) foram diagnosticados na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 (1).</p>
<p>- A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da gripe sazonal anual (2); a única coisa nova é a estirpe S-OIV (3) (4).</p>
<p>- 33% das pessoas com mais de 60 anos parecem ter imunidade ao vírus da nova gripe (5).</p>
<p>- Desde o seu aparecimento até ao dia 15 de Setembro de 2009, morreram desta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 no mundo inteiro (6); é preciso ter em conta que, em cada ano, morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas por causa da gripe (7).</p>
<p>- Tal como manifestaram publicamente reconhecidos profissionais da saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Comité Nacional de Ética de França) e o Dr. Juan José Rodríguez Sendín (presidente da Associação do Colégios de Médicos do Estado Espanhol) – os dados obtidos da temporada de gripe por que já passaram os países do hemisfério sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual (8)</p>
<p><strong>2. IRREGULARIDADES QUE É PRECISO EXPLICAR</strong></p>
<p>• No final de Janeiro de 2009, a filial austríaca da farmacêutica norte americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, da Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 Kg. de material para preparar milhares de vacinas contra o vírus da gripe sazonal;</p>
<p>• as vacinas tinham que ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro-Março; antes que alguma destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu por sua conta e risco testar as vacinas em furões, que são os animais utilizados para estudar as vacinas da gripe, desde 1918;</p>
<p>• todos os furões vacinados morreram;</p>
<p>• verificou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe aviária (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe de cada ano (vírus A/H3N2);</p>
<p>• se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia &#8211; que sem fundamento real está a ser anunciada pelas autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais, &#8211; seria agora uma séria e espantosa realidade;</p>
<p>• esta combinação de vírus vivos pode ser especialmente letal porque combina um vírus que tem 60% de mortalidade mas é pouco contagioso (o vírus da gripe aviária) com outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com grande capacidade de contágio (um vírus da gripe de cada ano) (9).</p>
<p>• No dia 29 de Abril de 2009, apenas 12 dias depois de detectados os dois primeiros casos da nova gripe, a Dra. Margaret Chan, Directora-Geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava em fase 5 e ordenou que todos os governos dos estados-membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês depois, no dia 11 de Junho de 2009, a Dra. Chan declarou que o mundo já vivia uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV (10).</p>
<p>Como pôde declarar algo assim quando, de acordo com os dados científicos expostos mais acima, a nova gripe é na verdade mais benigna que a gripe de cada ano e, além disso, não é um vírus novo e parte da população já tem imunidade a ele?</p>
<p>A explicação é a seguinte: só foi possível fazer tal afirmação porque no mês de Maio a OMS tinha mudado a definição de pandemia.</p>
<p>Antes de Maio de 2009, para se poder declarar uma pandemia era necessário que tivesse morrido por causa de um agente infeccioso uma proporção significativa da população.</p>
<p>Este requisito – que é o único que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que se lhe associam – foi eliminado da definição no mês de Maio de 2009 (11), depois de os Estados Unidos terem declarado no dia 26 de Abril o “estado de emergência sanitária nacional”, quando em todo o país só havia 20 pessoas infectadas e nenhuma delas tinha morrido (12).</p>
<p><strong>3. CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS DA DECLARAÇÃO DE “PANDEMIA“</strong></p>
<p>• No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacina obrigatória para determinados grupos de pessoas ou inclusive para todos os cidadãos (13)</p>
<p>• O que pode acontecer a uma pessoa que decida não vacinar-se? Enquanto não tiver sido decretada a sua obrigatoriedade, não lhe pode acontecer nada; mas, se chegar a ser decretada a obrigatoriedade, o estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachusetts a multa proposta para este caso poderia chegar aos 1.000 dólares por dia) (14).</p>
<p>• Face a isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a de cada ano&#8230;</p>
<p>• É necessário que se saiba que <strong>há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da de cada ano</strong>.</p>
<p>A <strong>primeira novidade</strong> é que a maioria dos laboratórios está a conceber a vacina de maneira que uma só injecção não baste e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a vacina da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser injectado três vezes; isto é uma novidade que teoricamente multiplica por três os possíveis efeitos secundários, mas na verdade ninguém sabe que efeitos pode causar, pois nunca antes se tinha feito algo assim.</p>
<p>A <strong>segunda novidade</strong> é que alguns dos laboratórios responsáveis decidiram adicionar à vacina coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora na vacina anual; os coadjuvantes são substâncias que se acrescentam à vacina para estimular o sistema imunitário; a vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante chamado AS03 (uma combinação de esqualeno e polisorbato que multiplica por dez a resposta imunitária; o problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque doenças auto-imunitárias graves depois de algum tempo (como a paralisia ascendente de Guillain-Barré) (15).</p>
<p>A <strong>terceira novidade</strong>, que distingue a vacina da nova gripe da vacina de cada ano, é que as empresas farmacêuticas que a fabricam estão a exigir aos estados que assinem acordos que lhes atribuam impunidade caso as vacinas tenham mais efeitos secundários que os previstos (ex.: está previsto que a paralisia de Guillain-Barré afecte aproximadamente 10 pessoas em cada milhão que se vacine); os EUA já assinaram um acordo que liberta tanto os políticos como as farmacêuticas de toda a responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina (16).</p>
<p><strong>UMA REFLEXÃO</strong></p>
<p>Se o envio do material contaminado fabricado pela Baxter em Janeiro não tivesse sido casualmente descoberto, ter-se-ia produzido efectivamente a gravíssima pandemia capaz de causar a morte a milhões de pessoas.</p>
<p>É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu  em Fevereiro no laboratório Checo.</p>
<p>Ainda é mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos e pelas agências de controlo e prevenção de doenças em declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitária máxima sem fundamento real.</p>
<p>É irresponsável e inexplicável, até extremos inconcebíveis, o bilionário investimento de euros provenientes do erário público destinados a fabricar milhões e milhões de doses de vacinas contra uma pandemia inexistente, quando não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que, por causa da crise, perderam o trabalho e a casa.</p>
<p>Enquanto não se esclarecerem estes factos, o risco de distribuição de vacinas contaminadas este inverno e o risco de virem a adoptar-se medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em nenhum caso se pode subestimar.</p>
<p>No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz nenhum sentido expormo-nos ao risco de uma vacina contaminada ou de podermos vir a sofrer uma paralisia de Guillain-Barré.</p>
<p>No caso da gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses é anunciada &#8211; sem nenhuma base científica &#8211; por um número surpreendente de altos cargos – entre eles a Directora-Geral da OMS – e de repente começarem a morrer por causa da gripe muitas mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar pela vacinação, porque tal surpresa só poderá significar duas coisas:</p>
<p>1. que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;<br />
2. que está a circular outro (ou outros) vírus.</p>
<p>Em ambos os casos a vacina que se está a preparar agora <strong>não servirá para nada</strong> e, levando em conta o que aconteceu em Janeiro com a Baxter, podia até vir a ser via de transmissão da doença.</p>
<p><strong>UMA PROPOSTA</strong></p>
<p>A minha proposta é clara:</p>
<p>• Manter a <strong>calma</strong>, tomar <strong>precauções sensatas</strong> para evitar o contágio e <strong>não deixar vacinar-se</strong> &#8211; coisa já proposta por muitas pessoas com bom senso em diversos países</p>
<p>- Apelo, com carácter urgente, para os mecanismos legais e de participação cívica necessários para assegurar de forma absoluta que não se poderá forçar ninguém no nosso país a ser vacinado contra a sua vontade e que os que decidam livremente vacinar-se não serão privados do direito a exigir responsabilidades nem do direito a ser compensados economicamente (eles ou familiares) caso a vacina lhes cause uma doença grave ou a morte.</p>
<p><span style="font-family:garamond;font-size:small;"><br />
</span></p>
<div class="texte">
<div class="access firstletter">
<p><em>*Teresa Forcades i Vila (Barcelona 1966) es doctora en Salud Pública y en mediciona interna. Se doctoró en Medicina por la Universitat de Barcelona. Luego estudió Teología en Harvard y tomó órdenes en el monasterio de Sant Benet. Es autora de tres libros: &#8220;Els crims de les grans companyies farmacèutiques&#8221;, &#8220;La Trinitat avui&#8221; y &#8220;La teologia feminista en la història&#8221;. </em></p>
<p>Este documento de publicó originalmente el pasado 16 de septiembre en el <a class="liens" href="http://blocs.catalunyareligio.cat/?q=node/100">Blog</a> de la autora con el título <a class="liens" href="http://www.benedictinescat.com/Montserrat/htmlfotos/TereGripAcas.html">UNA REFLEXIÓN Y UNA PROPUESTA EN RELACIÓN A LA NUEVA GRIPE</a>.</p>
<p><strong>Notas de Rodapé<br />
</strong></p>
<p>(1) Zimmer SM, Burke, DS. <a class="liens" href="http://content.nejm.org/cgi/content/full/NEJMra0904322">Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses</a>. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279</p>
<p>(2) <span style="font-style:italic;">The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens</span>, Zimmer, Burke, op. cit., p. 282</p>
<p>(3) Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279</p>
<p>(4) Doshi, Peter. <a class="liens" href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/339/sep03_2/b3471">Calibrated response to emerging infections</a>. BMJ 2009;339:b3471</p>
<p>(5) US Centers for Disease Control and Prevention. <a class="liens" href="http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm5819a1.htm">Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine</a>. MMWR 2009; 58: 521-4</p>
<p>(6) Datos oficiales del <a class="liens" href="http://www.ecdc.europa.eu/en/healthtopics/Documents/090915_Influenza_AH1N1_Situation_Report_1700hrs.pdf">Centro Europeo para el Control y Prevención de enfermedades</a></p>
<p>(7) Datos oficiales del <a class="liens" href="http://ecdc.europa.eu/en/press/Press%20Releases/071012_PR_SI_Prof_Fact_Sheet.pdf">Centro Europeo para el Control y Prevención de enfermedades</a></p>
<p>(8) Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol ’09): <a class="liens" href="http://www.lejdd.fr/Societe/Sante/Actualite/Debre-38257/">Debré: ‘Cette grippe n’est pas dangereuse</a>; cf. La Razón (4 septiembre ’09). Rodríguez Sendín: <a class="liens" href="http://www.larazon.es/noticia/juan-jose-rodriguez-sendin-cordura-frente-al-alarmismo-en-la-prevencion-de-la-gripe-a">Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A</a>.</p>
<p>(9) Cf. <a class="liens" href="http://timesofindia.indiatimes.com/news/science/Virus-mix-up-by-lab-could-have-resulted-in-pandemic/articleshow/4230882.cms">Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic</a>. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.</p>
<p>(10) <a class="liens" href="http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009/h1n1_pandemic_phase6_20090611/es/index.html">Declaración de la Directora General de la OMS a la prensa </a>, 11 de junio de 2009.</p>
<p>(11) Cohen E. <a class="liens" href="http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html">When a pandemic isn’t a pandemic</a>. CNN, 4 de mayo ’09.</p>
<p>(12) Doshi Peter: <a class="liens" href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/339/sep03_2/b3471">Calibrated response to emerging infections </a>. BMJ 2009;339:b3471</p>
<p>(13) Falkiner, Keith. <a class="liens" href="http://www.wiseupjournal.com/?p=1123">Get the rushed flu jab or be jailed</a>. Irish Star Sunday, 13 septiembre ’09.</p>
<p>(14) Senate Bill n. 2028: <a class="liens" href="http://www.senatormoore.com/news/archive/2009/09/4-27-09%20SWM%20Summary.pdf">An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth</a>. 4 agosto ’09. Cf. Moore, RT. <a class="liens" href="http://commonhealth.wbur.org/richard-moore/2009/09/critics-loom-as-state-prepares-for-a-flu-pandemic/">Critics rage as state prepares for flu pandemic</a>. 11 septiembre ’09. WBUR Boston.</p>
<p>(15) Cf. <a class="liens" href="http://www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.html">Vaccination H1N1: méfiance des infirmières</a></p>
<p>(16) Stobbe, Mark. <a class="liens" href="http://www.msnbc.msn.com/id/31971355/ns/health-swine_flu/">Legal immunity set for swine flu vaccine makers</a>. Associated Press, 17 Julio ’09.</p>
</div>
</div>
<p class="access" align="justify">
<p class="access" align="justify"><br class="texte clear" /><strong>Fonte: </strong><a title="Aceda aqui ao texto original." href="http://www.tendencias21.net/La-extrana-historia-de-la-Gripe-A_a3681.html"><strong>Tendencias21.net</strong></a><strong> </strong></p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Gripe+A+(H1N1)">Gripe+A+(H1N1)</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/vacina">vacina</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/perigo">perigo</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/efeitos">efeitos</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/secundários">secundários</a></div>
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	</item>
		<item>
		<title>El cerebro humano no puede conocer todos los universos posibles</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/10/23/el-cerebro-humano-no-puede-conocer-todos-los-universos-posibles/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 22:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[La teoría del multiverso propone la existencia de un conjunto de universos posibles, más allá del cosmos que conocemos. Ahora, dos físicos de la Universidad de Stanford, en California, han calculado cuántos universos habría, teniendo en cuenta la situación inicial del cosmos tras el Big Bang. Según los científicos, el número de universos posibles es [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=118&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>La teoría del multiverso propone la existencia de un conjunto de universos posibles, más allá del cosmos que conocemos. Ahora, dos físicos de la Universidad de Stanford, en California, han calculado cuántos universos habría, teniendo en cuenta la situación inicial del cosmos tras el Big Bang. Según los científicos, el número de universos posibles es tan grande, que escapa a la capacidad del cerebro humano de almacenar información.</i> Por Yaiza Martínez.<br /> 
<div align="center"><img style="max-width:800px;" src="http://kuantica.files.wordpress.com/2009/10/olbiski.jpg?w=497" /></div>
<p>La teoría del <a target="_blank" class="link" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Multiverso">multiverso</a>, de la que hemos hablado en diversas ocasiones en <a target="_blank" class="link" href="http://www.tendencias21.net/La-idea-de-multiples-universos-es-mas-que-una-fantastica-invencion_a1955.html">Tendencias21</a>,<br />propone la existencia de un grupo de universos posibles (y no sólo el<br />cosmos que conocemos), paralelos, y que, por tanto, nuestro universo<br />sería sólo una parte de la realidad física generada a partir del <a target="_blank" class="link" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_del_Big_Bang">Big Bang</a>.</p>
<p>Es decir, que esta teoría sostiene que cuando se produjo la gran<br />explosión primigenia, no se desarrolló un universo único y uniforme,<br />sino muchos universos diferentes. La pregunta lógica subsiguiente<br />sería, ¿cuántos? </p>
<p>       La revista <a target="_blank" class="link" href="http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/24239/">Technology Review</a> ha publicado estos días un comentario sobre un artículo aparecido en Arxiv bajo el título <a target="_blank" class="link" href="http://arxiv.org/abs/0910.1589">How many universes are in the multiverse?</a> (¿Cuántos universos hay en el multiverso?), en el que dos físicos de la Universidad de Stanford (California), llamados  <a target="_blank" class="link" href="http://www.stanford.edu/%7Ealinde/">Andrei Linde</a> y <a target="_blank" class="link" href="http://cosmos.phy.tufts.edu/%7Evitaly/">Vitaly Vanchurin</a>, proponen una respuesta cuanto menos sorprendente para esta pregunta. </p>
<p>       <b>Originados por fluctuaciones cuánticas</b></p>
<p>       Según nos dice la física, el Big Bang fue un proceso cuántico que, en el comienzo del universo, generó las llamadas <a target="_blank" class="link" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fluctuaci%C3%B3n_cu%C3%A1ntica">fluctuaciones cuánticas</a>, un fenómeno físico que se produce a nivel atómico y que consiste en el movimiento de las partículas cuánticas (subatómicas). </p>
<p>Durante la expansión o inflación del cosmos, estas fluctuaciones<br />quedaron “congeladas”, lo que propició la aparición de una serie de<br />condiciones físicas iniciales distintas, en diversas partes del<br />universo. </p>
<p> Por tanto, puesto que cada una de estas partes o regiones presentaría un conjunto distinto de leyes de la física de baja energía, podrían ser consideradas como universos diferentes. </p>
<p> Lo que Linde y Vanchurin han calculado es cuántos de estos universos podrían haber surgido. En concreto, los científicos afirman que el número de ellos sería<br />proporcional al de los efectos causados por las perturbaciones iniciales, durante un proceso denominado de inflación de rotación lenta. </p>
<p> El modelo de inflación de rotación lenta o de nueva inflación fue ideado, anteriormente, por el propio Linde y otros colaboradores (Andreas Albrecth y Paul Steindhardt), y con él se mostró ya que la inflación del cosmos no habría producido un universo perfectamente simétrico, sino que en el inicio se habrían<br />generado débiles fluctuaciones cuánticas, que a su vez habrían<br />producido las semillas de todas las estructuras de la realidad física<br />posterior.
<div align="justify">     </div>
<p>      <img src="http://www.tendencias21.net/photo/1659949-2238917.jpg" alt="El cerebro humano no puede conocer todos los universos posibles" title="El cerebro humano no puede conocer todos los universos posibles" /><br /> 
<div align="justify">     </div>
<p>      <b>Un número inmenso de universos</b> </p>
<p>Aplicando algunas reglas lógicas de cálculo, los científicos han<br />establecido que, al menos, se debieron generar 10^10^10^7 universos en<br />el multiverso, un número extremadamente grande. </p>
<p> A pesar de dar esta cifra, Linde y Vanchurin aseguran que la determinación del número de universos en el multiverso está sometida a dos importantes limitaciones. </p>
<p>       En primer lugar, hay que tener en cuenta la llamada <a target="_blank" class="link" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bekenstein_bound">Frontera Bekenstein</a>,<br />que establece que la cantidad de información (entropía y, en<br />consecuencia, masa) de un determinado volumen del espacio es limitada.<br />Esto es, que por más universos que se puedan encontrar siempre<br />existiría un límite marcado por dicha frontera. </p>
<p> En segundo lugar, se deben tener en consideración las limitaciones del observador que realiza las mediciones, puesto que éste está condicionado por los límites de su propio cerebro. </p>
<p>       <b>El cerebro como límite del multiverso</b> </p>
<p>Linde y Vanchurin afirman que la cantidad total de información que<br />puede absorber un individuo durante toda su vida es de unos 10^16 bits<br />y que un cerebro humano típico “sólo” puede alcanzar 10^10^16<br />configuraciones y, por lo tanto, nunca será capaz de distinguir más que<br />esa cantidad de universos diferentes. <br /><span id="more-118"></span><br /> Esta cifra, aunque sorprendente, resulta pequeña al lado de la hipotética cifra propuesta por los físicos para definir la cantidad de universos presentes en el<br />multiverso. </p>
<p> Teniendo en cuenta esta condición humana, los científicos aseguran que el principal límite para el establecimiento de la cantidad de geometrías diversas apreciables radicaría en nuestra propia capacidad para distinguir entre diferentes universos, y para recordar los resultados. </p>
<p>       Las propiedades del multiverso dependerían, en cierta medida, del observador, lo que inevitablemente nos recuerda la <a target="_blank" class="link" href="http://www.tendencias21.net/El-misticismo-en-la-mecanica-cuantica-una-controversia-olvidada_a3370.html">controversia</a> que, a principios del siglo pasado, dividió a los físicos en idealistas y materialistas, según su forma de interpretar los hallazgos de la física de partículas. </p>
<p> Linde y Vanchurin afirman que: “el número total de posibilidades accesibles (universos cognoscibles) a cualquier observador está limitado no sólo por la entropía de las perturbaciones producidas por la inflación o por el tamaño del<br />horizonte cosmológico sino, también, por el número de grados de libertad de dicho observador”. </p>
<p>       ¿Podremos conocer, por tanto, algún día, lo que pasa “ahí fuera”, de manera objetiva?</p>
<p>El concepto de multiverso, aunque muy utilizado en la ciencia ficción,<br />en realidad es fruto de elaboradas teorías físicas, como la <a target="_blank" class="link" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_de_cuerdas">teoría de cuerdas</a>. Con ellas, se está intentando llegar a una <a target="_blank" class="link" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_del_todo">Teoría del todo</a>,<br />que unifique la mecánica cuántica y la relatividad general, y que<br />permita explicar un universo que resulta cada vez más misterioso. <br /> 
<div>Fonte: <a href="http://www.tendencias21.net/">Tendencias21</a></div>
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			<media:title type="html">kosmos</media:title>
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			<media:title type="html">El cerebro humano no puede conocer todos los universos posibles</media:title>
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		<item>
		<title>Cérebro: Sintonizador e Criador da Realidade(?)</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/09/26/cerebro-sintonizador-e-criador-da-realidade/</link>
		<comments>http://kuantica.wordpress.com/2009/09/26/cerebro-sintonizador-e-criador-da-realidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 17:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Lo que conocemos como realidad es el resultado de una serie de interacciones entre los circuitos y trazas neuronales del cerebro y el mundo exterior. De esta interacción surge una sola representación mental o &#8220;realidad&#8221; de cada individuo en su particular universo, entre las potenciales realidades que se derivan de todas las posibles interacciones del [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=113&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Lo que conocemos como realidad es el resultado de una serie de interacciones entre los circuitos y trazas neuronales del cerebro y el mundo exterior. De esta interacción surge una sola representación mental o &ldquo;realidad&rdquo; de cada individuo en su particular universo, entre las potenciales realidades que se derivan de todas las posibles interacciones del cerebro con el entorno. De esta forma surge la metáfora del cerebro como sintonizador o detector/creador de realidad, si bien su capacidad para apreciar la &ldquo;realidad total&rdquo; es limitada porque depende de la cantidad de interacciones, directas o indirectas, que puede establecer nuestro cerebro con el mundo exterior o Todo. </p>
<p align="center"><img alt="IMG_3319_fhdrb" src="http://kuantica.files.wordpress.com/2009/09/img_3319_fhdrb_small.jpg?w=497" border="0" /></p>
<p><span id="more-113"></span></p>
<p align="justify">La metáfora del cerebro como un &ldquo;sintonizador&rdquo; o detector/creador de &ldquo;realidad&rdquo; es solo eso: una metáfora o analogía que busca explicar con un ejemplo electromecánico bastante simple, conocido e ilustrativo, el funcionamiento de esa maquina tan compleja que es el cerebro.</p>
<p align="justify">La similitud sería la siguiente:</p>
<p align="justify">1&ordm; Etapa: captación de señal.<br />Es la interacción, descrita a nivel cuántico, de cada experiencia entre el mundo o medio ambiente que nos rodea (el &ldquo;Todo&rdquo; o the &ldquo;Wholeness&rdquo;) y nuestro Sistema Nervioso Central (cerebro/sintonizador; the &ldquo;Tuner&rdquo;), en particular nuestros diferentes sentidos que actúan como antenas.</p>
<p align="justify">2&ordf; Etapa: transmisión de la señal<br />Se conforma una traza neuronal o circuito propio de esa experiencia, que se transmite por la red neuronal, como en el conductor metálico de un sintonizador, salvando la diferencia de características orgánicas en lo que respecta a la generación de potenciales de acción, sinapsis, etc vs. diferencias de potencial eléctrico.</p>
<p align="justify">3&ordm; Etapa: registro y memoria.<br />Según la experiencia de que se trate (ruidos, luces, olores, etc. vs. ondas electromagnéticas de diferente frecuencia, amplitud, TV, radio, telefonía, etc.), los circuitos y tratamiento de la señal recorrerán diferentes trazas o caminos neuronales, para ser procesadas en diferentes sectores demoduladores: cerebelo, amígdalas, hipocampo, encéfalo, etc., vs. parlantes, tubos de rayos catódicos, etc.), quedando registros de estos cambios (memorias de corto y largo plazo vs. grabadoreselectromecánicos)</p>
<p align="justify">4&ordf; Etapa: acciones eferentes<br />Según el tipo de experiencia se producirán, en los diferentes sectores demoduladores, diferentes acciones emergentes (movimientos, pensamientos, etc, en el cerebro, vs. sonidos, imágenes, etc, en el sintonizador)</p>
<p align="justify"><strong>Captar y transmitir</strong></p>
<p align="justify">Podemos decir entonces que las terminales nerviosas de nuestros sentidos son las encargadas de captar (al modo que lo haría la antena de un sintonizador) y transmitir (al modo que lo harían los conductores de un sintonizador) las señales codificadas con la correspondiente información desde el objeto -algo o parte del &ldquo;Todo&rdquo; (the &ldquo;Wholeness&rdquo;) exterior-, hasta diferentes zonas del cerebro, en forma de cadenas de procesos electrobioquímicos llamados: impulsos nerviosos, sinapsis, potenciales químicos, electroquímicos, neurotransmisores, etc, procesos bastante bien conocidos, basados esencialmente en interacciones electromagnéticas de alguna manera parecidos o similares &ndash; potenciales químicos versus potenciales eléctricos &#8211; a como circulan las corrientes eléctricas en los conductos de los sintonizadores.</p>
<p align="justify">Finalmente, esas señales son transportadas a distintos sectores del cerebro (cerebelo, hipocampo, amígdalas, senos o lóbulos frontales, hemisferios derecho e izquierdo, etc.), formando trazas o circuitos únicos de cada experiencia, las que funcionando coordinada e integralmente se transforman en conciencia, memorias, conocimiento, consciencia y eventualmente distintas acciones como manifestación eferente o nuevas propiedades &ldquo;emergentes&rdquo;, en modo equivalente, aunque mucho más complejo, en que las ondas electromagnéticas e invisibles del &ldquo;éter&rdquo; (espectro de radiaciones electromagnéticas) se transforman en determinadas y precisas ondas de presión de aire (sonidos de radio) u otro tipo de radiación lumínica codificada y visible (imágenes de TV) en los diferentes tipos de sintonizadores.</p>
<p align="justify"><strong>Representación mental</strong></p>
<p align="justify">Según el filósofo y experto en neurociencias Daniel C. Dennett, de las interacciones entre los circuitos o trazas neuronales del cerebro &#8211; cada uno de ellos perfectamente naturales e inconscientes &#8211; &ldquo;emerge&rdquo; una sola representación mental (en un primer paso la conciencia animal básica que compartimos con diferentes matices, con todos los demás seres vivos y en una segunda etapa, mediante la intervención de los lóbulos frontales, la corteza, etc., obtenemos la consciencia, prácticamente exclusiva de los humanos) o &ldquo;realidad&rdquo; de cada individuo en su particular universo, entre las muchas &ndash; &iquest;infinitas? &#8211; posibles o potenciales &ldquo;realidades&rdquo; que derivan de las infinitas posibles o potenciales interacciones del cerebro/sintonizador (the &ldquo;Tuner&rdquo;) con el &ldquo;Todo&rdquo;(the &ldquo;Wholeness).</p>
<p align="justify">Si interpreté correctamente a Dennett en su último libro &ldquo;Dulces Sueños&rdquo; (Editorial Katz), él parece decir que de las interacciones entre las trazas o circuitos neuronales formados por las distintas experiencias vivenciales a partir de la concepción &ndash; repito, cada una de ellas perfectamente inconcientes e involuntarias &ndash; mediante una especie de asamblea política o fama, surge o &ldquo;emerge&rdquo; un consenso en tiempo real que se transmite hasta el nivel conciente en todos los organismos vivos y luego de pasar por los lóbulos cerebrales, hasta el nivel consciente en los humanos.</p>
<p align="justify">Y esa es la &ldquo;realidad&rdquo; de cada individuo, quedando otras asambleas neuronales, que no logran similar consenso y permanecen como perdedoras a nivel inconsciente, sin alcanzar la conciencia ni la consciencia, pero con la capacidad de cambiar de estatus según se alteren algunas de las condiciones de la interacción, tanto internas como también cerebro/ medio ambiente (the Tuner/the wholeness), en cuestión.</p>
<p align="justify"><strong>Modelo biológico</strong></p>
<p align="justify">Este proceso es fácil de identificar si analizamos lo que sucede en el proceso de crecimiento de cualquier ser vivo:</p>
<p align="justify">Al momento de nacer solo contamos solo con los reflejos básicos que nos permiten sobrevivir &ndash; que no son pocos, ni menos sencillos -, así tenemos en los humanos los mecanismos respiratorios, las funciones cardíacas, digestivas, la succión propia de los mamíferos, etc., etc.</p>
<p align="justify">En esos momentos, si bien abrimos los ojos, no interpretamos lo que vemos, ni entendemos lo que nos dicen, ni somos capaces de coordinar el menor de los movimientos, etc., etc., pero poco a poco. con el pasar del tiempo y de las experiencias, en forma totalmente inconsciente o automática o involuntaria, vamos tomando paulatina conciencia de lo que nos rodea , al principio torpemente, con mas errores que aciertos, pero siempre &ndash; salvo problemas ajenos a nuestra voluntad, como accidentes o enfermedades no atribuibles a nuestro albedrío o &ldquo;free will&rdquo; &ndash; mejorando nuestra perfomance hasta llegar luego de años a integrarnos debidamente a la vida de los adultos en nuestra comunidad.</p>
<p align="justify">Es en todo este proceso donde creo que cabe muy apropiadamente la explicación de Dennett.</p>
<p align="justify">Si un cerebro no cuenta con experiencias anteriores, &iquest;de que manera evalúa como proceder a continuación?: evidentemente, todo el conocimiento anterior, todo lo cultural, toda la nueva estructura neuronal conformada paulatinamente sobre la estructura cerebral innata (con todos sus aciertos, errores, accidentes o anomalías propias) por la experiencia cotidiana, es la base de nuestro comportamiento&hellip;ahora y siempre.</p>
<p align="justify"><strong>El cerebro es el que decide</strong></p>
<p align="justify">A esto habría que agregar recientes investigaciones de los especialistas en neurociencias y comportamiento humano: el Dr Benjamín Libet (Chicago, Illinois, 12 de abril de 1916 &#8211; 23 de julio de 2007) destacado neurofisiologista americano, el Dr. Wolf Singer, Director del Instituto Max Planck de Investigaciones sobre el Cerebro, Frankfurt, Alemania, y otros que demostraron que el cerebro toma las decisiones en aproximadamente unas dos o tres centésimas de segundo antes de la toma de consciencia que se produce en el hemisferio correspondiente.</p>
<p align="justify">O sea, en coincidencia con lo expresado en el párrafo anterior: el proceso que se manifiesta o conoce como &ldquo;free will&rdquo; o propia voluntad, se concreta a partir de un modo absolutamente material, natural y podríamos decir automáticamente por interacciones neuronales.</p>
<p align="justify">Cada una de estas interacciones neuronales son inconscientes e involuntarias en sí mismas, como por ejemplo: la generación de neurotransmisores (distintos tipos de sustancias bioquímicas como la noradrenalina, la acetilcolina, la dopamina, las encefalinas, las endorfinas, etc.) que se forman en las sinapsis de interacción entre las neuronas por acción de las señales electroquimicabiológicas recibidas en la red neuronal desde el entorno exterior.</p>
<p align="justify">Estas señales generan a su vez diferentes potenciales de acción, que son los que finalmente disparan las acciones &ldquo;emergentes&rdquo; que describen los últimos experimentos científicos: memes, ideas, movimientos, pensamientos, sentimientos y todo lo que somos capaces de decidir (&iquest;se arriesga a decir &ldquo;voluntariamente&rdquo;?</p>
<p align="justify"><strong>Perspectiva cuántica</strong></p>
<p align="justify">Craso reduccionismo sería suponer que cada interacción comienza y termina en cada experiencia, situación, medición u observación consciente y particular que nuestros limitados sentidos nos permiten apreciar, sin considerar las restantes e infinitas influencias externas al suceso en cuestión, que por su pequeñez no son tenidas en cuenta en el nivel de análisis cotidiano o macroscópico, pero que la Física Cuántica se encarga de señalarnos que existen y son justamente estas pequeñísimas diferencias o diferenciales, con su indeterminación e incertidumbre asociada, lo que nos permite escapar del reduccionismo absoluto que el sentido común parecía indicarnos en un primer análisis.</p>
<p align="justify">Quizá a esto se refería David Bohm cuando dividía el orden total en explícito e implícito. Justamente todo lo que escapa a nuestra percepción directa e indirecta actual constituye lo que apropiadamente conocemos históricamente como el &ldquo;mas allá&rdquo; de nuestros antepasados, desde la furia de los cielos y el firmamento, hasta las actividades de las partículas virtuales que parecen emerger mágicamente del vacío por desconocidas fluctuaciones cuánticas .</p>
<p align="justify">La extremada complejidad del ser humano (recomiendo enfáticamente la lectura de D. R. Hofstadter, en su maravillosa obra: &ldquo;Escher, Godel y Bach, un grácil y eterno bucle&rdquo;) impide llevar la metáfora más allá de esos primeros pasos o interacciones propuestas y menos suponer que el complejo comportamiento humano pueda explicarse sólo por esos primeros niveles de interacción elemental.</p>
<p align="justify">Cerca de quince mil millones de años &#8211; por solo mencionar el período conocido o pretendidamente conocido de la evolución de nuestro universo &ndash; ponen su sello en cada versión genética que nos toca en suerte y las posteriores e infinitas interacciones con el medio ambiente, con su acopio permanente y constante de nuevas &ldquo;propiedades emergentes&rdquo; a cada nivel de interacción, vuelven ilusoria esa pretensión.</p>
<p align="justify"><strong>Cerebro y sintonizador electromecánico</strong></p>
<p align="justify">También se objeta la parábola o metáfora del sintonizador electromecánico respecto al cerebro (ojo, incluyo en esta metáfora todo el Sistema Nervioso Central o SNC), argumentando que un sintonizador de esta especie no produce novedades, no inventa nada a diferencia de lo que sí hace nuestro SNC, pero debo aclarar que, en el caso de mi metáfora/ artefacto, se trata de un sintonizador biológico que al modo de los cerebros/sintonizadores de cualquier animal primitivo, se la han apañado bastante bien para &ndash; con sus procesos absolutamente biológicos &ndash; &ldquo;inventar&rdquo; sus sucesores más evolucionados, creando por evolución natural la emergencia de nuevas versiones o réplicas de si mismos, surgidas azarosamente mediante mutaciones que luego la indiferente selección natural se encargó de mantener vigentes durante un lapso que fue función de otras mas azarosas aún circunstancias externas a ese organismo.</p>
<p align="justify">Muchas y diferentes especies evolucionaron con mayor o menor éxito en la conocida historia de nuestro planeta, casi podríamos decir que lo hicieron sin pena ni gloria. Sin embargo, estaríamos siendo bastante injustos con la trascendencia de cada espécimen que existió en nuestro pasado, ya que si hemos de creer en los infinitos derroteros que nos propone la TC (teoría del caos) y las consecuencias de lo que conocemos como &ldquo;efecto mariposa&rdquo; (el aleteo de una mariposa en Sumatra puede producir un tifón en el océano atlántico), es posible pensar en la &ldquo;necesidad&rdquo; de cada partícula que existió y existe en esta versión del universo que compartimos Ud y yo.</p>
<p align="justify">Cuando digo biológico quiero significar todo el acervo ancestral que la evolución fue produciendo caso por caso, paso por paso, siempre en cumplimiento estricto de leyes naturales, partiendo del magma original y que está plasmado en cada partícula de semen o de óvulos que contiene toda la información codificada para producir, nuevamente: mediante interacciones entre ellos y también con el medio o entorno que los rodea, no sólo el cuerpo de sus descendientes y sus características, sino también el comportamiento de todos sus descendientes, los descendientes de sus descendientes y todos los descendientes de los descendientes de sus descendientes, obviamente en interacción permanente con su medio ambiente y sujetos también a las sucesivas mutaciones y el proceso selectivo de la evolución desde el magma primigenio a los primeros átomos, a las bacterias, pasando por las pulgas, los monos y de estos a los seres humanos.</p>
<p align="justify"><strong>Memoria activa</strong></p>
<p align="justify">Complementariamente y quizás como una esperanza nada desdeñable, debemos agregar que los seres humanos no acumulan pasivamente datos en su memoria.</p>
<p align="justify">Continuamente, y sin saber exactamente como o porqué, los cerebros de los individuos no se conforman con &ldquo;lo que es&rdquo; o &ldquo;lo que hay&rdquo; que nos brinda la tarea neuronal comparativa entre la nueva información que llega y la ya existente en nuestros registros, porque no podemos captar realmente que &ldquo;es&rdquo; sin tratar de ir natural e inconscientemente, más allá, planteando inéditas e hipotéticas alternativas que no parecerían estar siempre justificadas como plausibles cursos de acción voluntaria. Será algún mecanismo similar a la &ldquo;selección natural&rdquo; darwiniana la encargada de dirimir en cada individuo la mayor o menor factibilidad de cada una de ellas entre los infinitos universos posibles.</p>
<p align="justify">Queda claro entonces que no pretendo explicar el comportamiento humano como exclusivo producto de las interacciones entre partículas subatómicas conocidas, sino en todo caso observar y destacar que este nivel de relaciones es el más elemental que permiten los conocimientos actuales de la humanidad y que dejan abierta la sospecha de:</p>
<p align="justify">a) la posible o potencial existencia de una &ldquo;realidad&rdquo; más profunda de la naturaleza que nos muestra la increíble TC, a la cual todavía aún no hemos accedido o comprendido en plenitud, y</p>
<p align="justify">b) una creciente complejidad evolutiva en las interacciones nivel por nivel (átomos, moléculas, células, etc, etc.) con propiedades novedosas (emergentes) en cada uno de ellos, e imprevisibles según los datos y conocimientos disponibles en el nivel anterior.</p>
<p align="justify">Conciencia y conocimiento</p>
<p align="justify">En síntesis, espero aportar un mecanismo de explicación metafórica de cómo surge la conciencia y el conocimiento en los seres vivos, así como finalmente también la consciencia en los humanos, producto de interacciones que se presentan en este, nuestro universo, como parte de una naturaleza mayor &ndash; el &ldquo;Todo&rdquo; (the Woleness) &#8211; a la que vamos conociendo a medida que evolutivamente interactuamos con ella.</p>
<p align="justify">No aventuro juicios sobre finalidades o teleologías desconocidas y menos sobre comportamientos de individuos tan complejos como somos los seres humanos. Sólo pretendo llamar la atención sobre el hecho irrefutable de que el actual alcance de nuestros conocimientos no presentan otros mecanismos ontológicos que justifiquen fanatismos de ninguna clase y sí, en cambio, una mayor humildad.</p>
<p align="justify">Creo firmemente que muy difícilmente la ciencia nos dé todas las respuestas sobre la naturaleza de las cosas, la &ldquo;realidad&rdquo; y nuestra relación con ella, pero tengo la esperanza que la evolución nos lleve por ese interesante camino, en tanto mantenga el valor de la duda como elemento generador de impensadas y justificadas emergencias y evite el paralizante estigma del dogma.</p>
<p align="justify">En la compilación del texto he intentado mantener un desarrollo cronológico de cómo surgen en los humanos las crecientes facultades cognitivas, hasta la aparición de la consciencia como fenómeno emergente inédito (quizá entre otras causas, por el crecimiento en tamaño y funcionalidad del cerebro, nuevas estructuras o posiciones de huesos como el eoides, el esfenoides que permitieron la aparición del lenguaje simbólico y este las abstracciones, etc.) en nuestro universo conocido.</p>
<p align="justify">Lenguaje y realidad</p>
<p align="justify">Tan rápido es el continuo avance de la evolución y el conocimiento del funcionamiento de nuestro cerebro, que en la misma mañana que estoy revisando el manuscrito original de este resumen, recibo, también por Internet en la página &ldquo;Tendencias Sociales&rdquo;, la información de un artículo o comunicado de la Universidad de Chicago, donde se informa que estudios realizados por varios investigadores de esa Universidad y la de Berkeley, California , parecen demostrar y confirmar que el lenguaje que hablamos afecta nuestra percepción de la realidad y en particular lo que percibimos en la mitad derecha del campo de percepción.</p>
<p align="justify">Esto que a primera vista parece algo increíble, cobra sentido cuando pensamos que el procesamiento del lenguaje se realiza preponderantemente en el hemisferio izquierdo del cerebro que como sabemos es el que recibe directamente la información del campo visual derecho.</p>
<p align="justify">Las pruebas experimentales realizadas muestran claros indicios de la participación del lenguaje en la interpretación de la &ldquo;realidad&rdquo; que ven los individuos de diferentes culturas estudiados.</p>
<p align="justify">Ampliando esta flamante información, digo entonces que es posible sospechar que la &ldquo;realidad&rdquo; que hoy conocemos puede no ser todo lo que existe, que pueden existir otros elementos del Todo (the &ldquo;Wholeness&rdquo;) (para nuestro presente: año 2009 dC) que aún no han interactuado con nuestros sentidos, quizás por no requerirlo hasta el momento nuestra rama evolutiva- al menos la versión que escribe hoy este texto: yo, y Ud. que lo está leyendo en este momento &#8211; y por lo tanto no se han incorporado a nuestro conocimiento y especulaciones actuales.</p>
<p align="justify">Por ejemplo, hay candidatos a emerger próximamente, aunque parciales y quizás sólo válidos para nuestro universo, que se han perfilado fuertemente entre los astrónomos, físicos y cosmólogos en estos últimos años.</p>
<p align="justify">Uno es la enigmática &ldquo;masa oscura&rdquo;, que algunos cálculos sitúan entre 4 y 5 veces la suma de toda la masa conocida (bariónica), como factor y valor necesario para que &ldquo;cierren&rdquo; ciertos números de lo que se conoce como &ldquo;Modelo Estándar&rdquo; y también la &ldquo;energía (?) oscura&rdquo; responsable del movimiento aparentemente acelerado con que se expande el universo conocido, que casi cuadriplica el valor de las dos masas mencionadas anteriormente.</p>
<p align="justify">Aumento de capacidad</p>
<p align="justify">Digo también que el hombre reconoce sólo una parte del &ldquo;Todo&rdquo;, porque es obvio y evidente que constantemente, día a día, se agregan cosas a su &ldquo;realidad&rdquo;, a su conciencia, su consciencia y al conocimiento general, en un proceso evolutivo que ya &#8211; casi &#8211; nadie discute a pesar de las dudas sobre su origen.</p>
<p align="justify">Sobre este presumido aumento permanente de nuestra capacidad de comprender la naturaleza, de &ldquo;sintonizar&rdquo; el &ldquo;Todo&rdquo;, cabe &ndash; entre otras &#8211; una reflexión curiosa, enigmática o paradojal, que podemos resumir en un comentario contradictorio a primera vista.</p>
<p align="justify">Parecería que cuanto mas conocemos del &ldquo;Todo&rdquo; más aumenta nuestra ignorancia, o expresado de otra forma: por cada respuesta que obtenemos a una pregunta, surgen varias nuevas preguntas, u otra forma extrema de expresarlo: a medida que se amplía el campo de nuestros conocimientos, nos damos cuenta que lamentablemente es mayor aún el horizonte de nuestra ignorancia&#8230;, de allí mi duda sobre lo que podemos presumir.</p>
<p align="justify">Algo similar, pero dicho en otra forma, a lo que expresaba el filósofo aleman Karl Popper cuando decía: Nuestro conocimiento es finito, nuestra ignorancia no.</p>
<p align="justify">Empleando una expresión de nuestro argot o lunfardo futbolero: &ldquo;la evolución nos corre permanentemente el arco&rdquo;&#8230; y esto realmente causa un cierto escozor. Podemos entonces completar el pensamiento de K. Popper agregando que si bien nuestro conocimiento es finito, por el momento el mismo es creciente y parece no tener límites.</p>
<p align="justify">Sabemos por propia experiencia que existe al menos un universo &#8211; el nuestro &#8211; formado en la singularidad que conocemos como &ldquo;Big-Bang&rdquo; y que evolucionó, entre otras emergencias, hasta uno de esos tipos de fenómenos con conciencia, consciencia y conocimiento de una parte del &ldquo;Todo&rdquo;, que identificamos como ser humano, homo Sapiens Sapiens, hombre, en fin, nosotros, los &ldquo;sintonizadores&rdquo; de parte o fracción del &ldquo;Todo&rdquo;con la que, entre otras interesantes cosas, conformamos algo que definimos como la &ldquo;realidad&rdquo; y somos (quizá solo en parte) conscientes de ello.</p>
<p align="justify">La &ldquo;realidad&rdquo; que conocemos, que percibimos y aceptamos como tal, la &ldquo;realidad&rdquo; del universo físico, es experimentada y reconocida por nosotros a través de varios conductos: vemos algo con nuestros ojos, oímos algo con nuestros oídos, olemos algo con nuestra nariz, tocamos algo con nuestras manos o el roce de nuestra piel, y luego que estas diferentes señales, interacciones elementales o cadenas de interacciones con el mundo exterior, son procesadas en alguna parte y forma por nuestro cerebro/sintonizador, decidimos que hay, conocemos, sentimos, o sabemos &ldquo;algo&rdquo;; en síntesis: con ese tipo de experiencias y otras similares vamos conformando la &ldquo;realidad&rdquo;.</p>
<p align="justify">Interacción sensorial</p>
<p align="justify">No hay evidencia científica alguna sobre ninguna otra clase de interacción elemental de nuestro cerebro con el mundo que nos rodea; hablando seriamente no se ha demostrado, a pesar de lo mucho que se ha buscado, la existencia de ninguna forma de comunicación extrasensorial, telepatía, o esoterismos similares, que en caso de existir también se tratarían de interacciones.</p>
<p align="justify">Es decir, científicamente hablando, son solamente nuestros sentidos los que interaccionan con algunos elementos del mundo exterior o medio ambiente que nos rodea, generando determinadas señales que transmiten a nuestro cerebro; pero de la única forma que conocemos y somos conscientes de ese &ldquo;algo&rdquo; u objeto externo, es a través del posterior procesamiento neural (o mental, si Ud. prefiere) de esas señales en el interior de nuestro cerebro/sintonizador.</p>
<p align="justify">Conviene reiterar y resaltar que si bien nuestros sentidos reciben desde el mundo exterior diferentes tipos de señales: ondas/fotones de luz en nuestros ojos, ondas de sonido o vibraciones del aire en nuestros oídos, vapores, gases o suspensiones aéreas de moléculas en nuestra nariz, soluciones líquidas en nuestra boca y lengua o contactos de nuestra piel con diferentes cuerpos y superficies, etc, etc, ninguna parte, &ldquo;partícula&rdquo; u onda de esos cuerpos, substancias, objetos, o cosas externas, ni una brizna, ni una imagen, ni un sonido o un olor, ningún átomo o molécula alguna del objeto exterior , llega como tal directamente a nuestro cerebro/sintonizador.</p>
<p align="justify">Sólo se trata de interacciones, una cadena de interacciones electrobioquímicas a lo largo de los conductos de nuestro SNC, que obviamente incluyen el nivel cuántico con toda su parafernalia de incertidumbres e indeterminaciones.</p>
<p align="justify">Así el sonido, los olores, los sabores, los colores, etc, etc, tal y como los percibimos, no existen en el mundo exterior a nosotros, son interacciones del medio ambiente exterior con nuestros sentidos, llamémosle percepciones y sensaciones &ndash; por ejemplo los qualia &#8211; que se concretan y reconocemos como tales en nuestro interior, en una sucesión o cadena de interacciones de tipo electrofisicobioquímicas de transmisores, diferencias de potencial, sinapsis, generación de neurotransmisores y otros muy específicos fenómenos &#8211; en última instancia todos ellos físicoquímicos &#8211; en serie, en paralelo y quizás holograficamente, conformando nuestra conciencia y posterior consciencia, al interactuar las ondas/ partículas (ondas de presión de aire, radiaciones de materia y/o energia, distintos átomos y moléculas, etc, etc) de ese mundo o medio ambiente exterior, con los correspondientes terminales nerviosocuánticas de nuestros sentidos.</p>
<p align="justify">Niveles neuronales cuánticos</p>
<p align="justify">Si bien es mucho lo que han progresado las neurociencias en la comprensión de este fenómeno, todavía falta recorrer un largo camino para decir que conocemos todos los detalles de este mecanismo, pero ya no caben dudas de que la actividad neuronal y sus consecuencias tienen o admiten una explicación racional que incluye los niveles cuánticos de interacción y las consecuentes indeterminaciones, solapamientos e incertidumbres.</p>
<p align="justify">Hay todo un sustrato o correlato físico que se va especificando cada día mas a través de la evolución del conocimiento científico, que relaciona la actividad mental, nuestras abstracciones, pensamientos, sentimientos y sensaciones, con determinados elementos concretos del cerebro.</p>
<p align="justify">Como lo expresa más espiritualmente pero con el mismo razonamiento, el ya mencionado y conocido químico suizo de Laboratorios Sandoz, Dr. Albert Hoffman (descubridor casi accidental del LSD y explorador de lo que hoy se conoce como &ldquo;estados alterados de conciencia&rdquo;):</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;Siempre tenemos un impulso exterior, quizás químico si comemos algo, y esta química en mi interior produce un impulso que llega hasta el cerebro y mi mente dice: &#8220;dulce, dulce&#8230;&#8221;. Así, toda esta conexión entre el mundo material y el espiritual sucede en nuestro cerebro, en los centros del cerebro. Hasta ahí podemos reseguir las ondas energéticas que vienen del exterior&#8230; pero ahí empieza el mundo espiritual porque, por ejemplo, el sonido no existe en el exterior, allí sólo existen vibraciones de aire, el sonido tal y como lo percibimos es espiritual, lo mismo con los sabores y las imágenes&#8230;&rdquo;</p>
<p align="justify">Nada, absolutamente nada, del mundo exterior a nosotros, ni ondas ni partículas, entra o es procesado o interacciona en forma directa con nuestra mente o cerebro, sólo se trata de la transmisión y procesamiento de codificadas señales electrobioquímicas específicas y bastante bien conocidas, producto de las interacciones de nuestro sistema sensorial (el sintonizador) con una parte discreta del mundo ó medio ambiente exterior (el algo, fracción o parte del Todo) &#8230;, de nuevo: sólo una cadena de interacciones, natural, genética y ontológicamente predeterminadas, pero expuestas también naturalmente a las por el momento indeterminadas y superpuestas variaciones aleatorias que nos proponen las fluctuaciones cuánticas.</p>
<p align="justify">Realidad virtual y artificial</p>
<p align="justify">A tal punto ha llegado el conocimiento de las dos primeras etapas de este proceso, que ya la cibernética nos subyuga con sus posibilidades de &ldquo;realidad virtual&rdquo;, que poco o nada tiene que ver con objetos concretos del medio ambiente exterior, sino que son simplemente señales artificiales que imitan y reemplazan al proceso natural en dichas etapas.</p>
<p align="justify">También en algunos centros médicos, son operaciones cotidianas los implantes cocleares donde un mazo de electrodos son conectados directamente al cerebro para remedar la audición del individuo afectado por cierto tipo de sordera y similares esfuerzos se están realizando para lograr la visión artificial o, en el sentido eferente, lograr mover objetos con el pensamiento a través de circuitos eléctricos conectados directamente o vía inalámbrica entre el cerebro y algún tipo de robot, una vez codificadas las señales motoras desde el cerebro del individuo.</p>
<p align="justify">En síntesis, para obtener nuestra &ldquo;realidad&rdquo; (ya sea esta concreta o virtual), lo único que necesitamos es recibir la correspondiente señal codificada para ser procesada en los diferentes sectores de nuestro cerebro. De estar este funcionando correctamente (sinapsis, potenciales, neurotransmisores, etc.), obtendremos conciencia de dicha experiencia como es el caso de cualquier animal, pero gracias a los lóbulos frontales, temporales, la corteza cerebral y sus diferentes áreas (Wernike, Brocca, etc) exclusivos de nuestra especie, obtendremos también consciencia, debido a una interacción electrobioquímica posterior y redundante, con la posibilidad no sólo de generar como respuesta movimientos y acciones eferentes, sino que además surgen ideas, conceptos, memes, etc. a través de interacciones neurales redundantes o los diferentes correlatos fisicoquímicos correspondientes (verdaderos circuitos o conjuntos de circuitos claramente expuestos mediante resonancia magnética funcional y otros modernos dispositivos de detección) a cada caso, que las ciencias neurobiológicas se empeñan afanosamente en descifrar por estos días.</p>
<p align="justify">Resumiendo, podríamos decir o pensar que nuestro cerebro &ndash; o nuestra mente, si lo prefiere &ndash; nos engaña, nos presenta una &ldquo;realidad&rdquo; cuestionable, por decir lo menos; sin embargo creo que seríamos más justos si aceptamos que nuestra capacidad de apreciar la &ldquo;realidad total&rdquo;(el Todo, the Wholeness o los infinitos Universos Paralelos) es limitada, está acotada por la capacidad de las interacciones, directas o indirectas, que puede establecer nuestro cerebro &#8211; mente o SNC, si Ud. prefiere &ndash; con ese Todo o Wholeness exterior a nosotros.</p>
<p align="justify">Hoy sabemos que hay sonidos que no podemos escuchar, partículas u ondas que no podemos ver, olores que no podemos percibir, sabores que no podemos gustar, etc. etc., así como un sintonizador de radio es incapaz de &ldquo;percibir&rdquo; las señales de TV o de telefonía móvil y viceversa.</p>
<p align="justify">Como diría nuestro inefable y ex &#8211; gran tenista Gastón Gaudio: &ldquo;es lo que hay&rdquo;&hellip;paciencia.</p>
<p align="justify">Ah , mente es el concepto o palabra que representa lo que hace el cerebro.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><strong><em>Oscar Antonio Di Marco Rodriguez</em></strong> es Ingeniero químico, Profesor Titular de la Universidad Técnica Nacional de Argentina y Director de cursos de postgrado de Ingeniería en la citada Universidad. Autor del libro Borges, teoría cuántica y universos paralelos.</p>
<p align="justify">Texto de Oscar Antonio Di Marco Rodriguez. </p>
<p align="justify">Fonte: <a href="http://www.tendencias21.net/El-cerebro-es-el-sintonizador-y-el-creador-de-la-realidad_a3655.html">http://www.tendencias21.net/El-cerebro-es-el-sintonizador-y-el-creador-de-la-realidad_a3655.html</a></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/mente">mente</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/cérebro">cérebro</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/realidade">realidade</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/quântica">quântica</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/biologia">biologia</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/evolucionismo">evolucionismo</a></div>
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		<title>Risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar no Verão</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 15:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar no Verão, alerta CE &#8211; TSF A Comissão Europeia alertou, esta quarta-feira, que o risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar este Verão por causa dos turistas e os riscos de mortalidade vão aumentar com a chegada do Outono. A Comissão Europeia alertou, esta quarta-feira, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=109&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1314561">Risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar no Verão, alerta CE &#8211; TSF</a></p>
<div class="NewsSummary" id="NewsSummary">A Comissão Europeia alertou, esta quarta-feira, que o risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar este Verão por causa dos turistas e os riscos de mortalidade vão aumentar com a chegada do Outono.</div>
<p>A Comissão Europeia alertou, esta quarta-feira, que o risco de propagação do vírus H1N1 vai acelerar este verão por causa dos turistas.</p>
<p>A comissária europeia para a Saúde defendeu ainda que os riscos de mortalidade vão aumentar com a chegada do Outono, porque nessa altura a gripe A vai combinar-se com a gripe sazonal .</p>
<p>Não obstante este cenário, Androula Vassiliou apelou à &laquo;calma e vigilância&raquo; de todos os cidadãos. </p>
<p>Segundo a comissária, esta manhã, existiam 17189 casos em toda a União europeia, sendo que 26 pessoas morreram no Reino Unido e quatro em Espanha.</p>
<p>A estas mortes junta-se agora uma na Hungria &#8211; a&nbsp;primeira vítima mortal registada neste país.</p>
<p>Fonte: <a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1314561">TSF</a></p>
<blockquote></blockquote>
<p>Categorias do Technorati <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/gripe%20A" rel="tag">gripe A</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/risco%20ver%C3%A3o" rel="tag">risco verão</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/turistas" rel="tag">turistas</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/" rel="tag"></a></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=933d5a49-5569-810a-95f6-1191e8fded5c" /></div>
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		<item>
		<title>O Novo Paradigma &#8220;EVO-DEVO&#8221;</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/05/04/o-novo-paradigma-evo-devo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 22:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[La observación experimental en la segunda mitad del siglo XX ha ido confirmando algunos de los grandes capítulos de la Biología como: la teoría celular, la Bioquímica que comporta la comprensión de las reacciones metabólicas, la Bioenergética, la Ecología, la genética molecular, la epigenética. Últimamente ha emergido una nueva racionalidad sistémida de la vida, el [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=107&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="texte clear"></p>
<h3 class="access" align="justify"><font size="2">La observación experimental en la segunda mitad del siglo XX ha ido confirmando algunos de los grandes capítulos de la Biología como: la teoría celular, la Bioquímica que comporta la comprensión de las reacciones metabólicas, la Bioenergética, la Ecología, la genética molecular, la epigenética. Últimamente ha emergido una nueva racionalidad sistémida de la vida, el paradigma explicativo Evo-Devo. La emergencia de este nuevo campo de investigación promete una nueva síntesis para la explicación de la evolución. La unión entre la teoría neodarwinista de la selección natural y la genética del desarrollo constituye la Biología evolutiva y del desarrollo, mejor conocida como &laquo;EVO-DEVO&raquo;. Por Ignacio Núñez de Castro.</font> </h3>
<p class="access" align="justify"><span style="font-style:italic;">Desde Aristóteles hasta nuestros días los problemas para la comprensión de los seres vivos son recurrentes. Así, una nueva alianza entre la Biología y la Filosofía es necesaria en la búsqueda de las bases epistemológicas y ontológicas del estudio de la vida, tal como se explica en un anterior artículo. Se perfila así una racionalidad diferente del mecanicismo lineal post-cartesiano, cuyas matrices conceptuales serían: totalidad, sistema, proceso, teleología, jerarquización, complejidad, emergencia de novedad y la evolución que da sentido. La explicación del hecho histórico de la evolución ha pasado por diferentes paradigmas: darwinismo, neodarwinismo y últimamente la síntesis entre la evolución y el desarrollo epigenético, con el soporte experimental de la genómica y proteómica, ha alumbrado el programa de investigación interdisciplinar (conocido como EVO-DEVO). </span></p>
<p><span style="font-style:italic;"></p>
<div class="texte" align="justify">
<div class="access">Emergencia de novedad </p>
<p>La filosofía de la biología, la biofilosofía, muestra que la vida no es simplemente puro mundo físico. Lo viviente tiene sus raíces en lo físico. Pero representa una sorprendente &ldquo;novedad emergente&rdquo; que exige una nueva racionalidad explicativa. El holismo biológico supone un nivel de complejidad no visto en el mundo físico. El ser vivo como sistema y proceso jerarquizado teleológicamente dibuja una compleja organización que emerge novedosamente y que exige a la ciencia pasar a rigurosas preguntas filosóficas. Esta cuestión básica fue objeto de un primer análisis presentado en un artículo anterior de Tendencias <a class="liens" href="http://www.tendencias21.net/Una-nueva-alianza-entre-la-Biologia-y-la-Filosofia-es-necesaria-para-el-estudio-de-la-vida_a3220.html">Biofilosofía (I): complejidad holística y teleonomía</a>. Ahora nos centramos en la temática quizá central de la Biofilosofía: el emergentismo y el sentido del nuevo paradigma evolutivo EVO-DEVO. </p>
<p>La correspondencia de Dobzhansky y Greene constituye un claro exponente de dos sensibilidades, la de un ortodoxo darwinista Greene y la de Dobzhansky que había sido impactado por la lectura de Teilhard de Chardin. La creatividad o emergencia de novedad y el progreso de las diferentes formas de vida son reclamados como legítimos por Dobzhansky para el discurso biológico. Las propiedades emergentes son las que surgen a un cierto nivel de complejidad, pero no se dan en niveles inferiores y brotan de las interrelaciones entre los elementos del sistema, aparecen a medida que sistema evoluciona con el tiempo y están siempre referidas a la totalidad. </p>
<p>Estas propiedades no pueden ser anticipadas o deducidas antes de que se hayan manifestado por sí mismas. La palabra emergencia y el verbo emerger son metáforas hoy día aceptadas. Para J. Monod, la emergencia es una propiedad paradójica y la define como &laquo;la propiedad de reproducir y multiplicar estructuras ordenadas sumamente complejas y permitir la creación evolutiva de estructuras de complejidad creciente&raquo;. </p>
<p>El paradigma emergentista supone que toda la realidad es dinámica en continuo cambio y desarrollo. Zubiri crítica el término, puesto que emerge lo que de alguna manera estaba sumergido; las islas que emergen en el mar están sumergidas antes que una elevación del terreno las haga a aparecer a la vista. Zubiri prefiere el termino brotar, aunque también podemos decir que brota el agua en la fuente, porque está en el venero. Sin embargo, la emergencia de novedad tiene un contenido semántico concreto y definido en la Biofilosofía actual. Los emergentistas, cuyo eslogan podría ser: &laquo;más es diferente&raquo;, tienen una mirada muy distinta a los reduccionistas de nuevo cuño, para los cuales el todo puede explicarse por la suma de sus partes y la imagen del todo representa con fidelidad los constituyentes básicos. </p>
<p>John Polkinghorne afirma: &laquo;La emergencia tiene fuerte correspondencia, en cambio, a un caso en el que un nuevo principio causal -de una clase distintiva no presente en niveles de complejidad inferiores- cobra actividad en un sistema complejo -entonces &ldquo;más&rdquo; sería radicalmente &ldquo;diferente&rdquo;&raquo;. Ejemplos de emergencia se dan tanto en el microcosmos como en el macrocosmos. Las propiedades de los hadrones no son las propiedades de los quarks; las características de los átomos no son deducibles de las partículas elementales, ni las propiedades de las moléculas de las de sus átomos. &laquo;En Biología y Bioquímica, la emergencia cubre los dominios desde los átomos hasta los organismos. Algunos de los grandes periodos de la historia natural pueden describir niveles de emergencia: la aparición de la vida, la aparición de la experiencia sensorial, de la conciencia y de la reflexión moral&raquo;. <br class="sep_para access"></div>
</div>
<div class="photo left" align="justify"><a title="Vida en la Antártida. Parque de las Ciencias de Granada." href="void(0)" rel="http://www.tendencias21.net/photo/grande-1350398-1783000.jpg?ibox"><font color="#000000"></font></a><img alt="Vida en la Antártida. Parque de las Ciencias de Granada." hspace="5" src="http://www.tendencias21.net/photo/1350398-1783000.jpg?v=1241070559" align="left" border="0" />&nbsp;</div>
<div class="access" align="justify"><strong>Nuevo impulso <br /></strong><br />El debate sobre la emergencia ha cobrado nuevo impulso con la reciente obra de Philip Clayton Mind and emergence from quantum to consciousness. Clayton desarrolla un argumento complejo y polifacético para una visión del mundo basada en la llamada emergencia fuerte: sistemas nuevos y complejos pueden llegar a la existencia con sus propios mecanismos causales. Clayton admite que este concepto nuevo de emergencia supone los siguientes elementos: un monismo ontológico no fisicalista, la aparición de nuevas propiedades, la irreductibilidad de lo emergente a niveles más bajos y por último la influencia causal del todo sobre las partes, la llamada downward causation. Clayton defiende en su libro la emergencia fuerte frente a la insuficiencia tanto del reduccionismo fisicalista como del dualismo vitalista. El mundo muestra cada vez niveles de organización distintos, donde cada nivel se caracteriza por un tipo irreducible de explicación causal. </p>
<p>El emergentismo no monista, como mediación filosófica, ha sido, aceptado también por una serie de teólogos cristianos. Sin duda alguna, ha sido Juan Luis Ruiz de la Peña el teólogo de lengua española que mejor se caracteriza como representante del modelo emergentista. La tríada de teólogos anglosajones, I. G. Barbour, J. Polkinghorne y A. Peacocke coinciden, según Amo Usanos, &laquo;en una serie de afirmaciones sobre la valencia del emergentismo en la explicación de la fe cristiana y en unas fuentes que son similares entre sí; lo que permite hablar de emergentismo cristiano&raquo;. </p>
<p>Decíamos anteriormente que uno de los pilares conceptuales de lo que Javier Monserrat llama el &laquo;macroconstructo explicativo&raquo; emergentista, que abarca toda la realidad, es la llamada downward causation (topdown causation) o causalidad descendente. Este tipo de causalidad supone la acción causal de una estructura emergente, el todo, sobre sus elementos constituyentes y &laquo;es a menudo usado para describir una familiar y perfectamente coherente relación entre las actividades de la totalidad y la conducta de sus componentes&raquo;. </p>
<p>Así por ejemplo, según Monserrat: &laquo;el sujeto activo, por tanto, causado por mecanismos sistémicos, se constituye en un hecho real nuevo, que a su vez, puede influir causalmente en los mecanismos sistémicos que producen la conciencia, sus procesos y la emisión de sus conductas&raquo;; este bucle causal representa el modo de interconexión entre el hecho real de la conciencia y el hecho de los mecanismos sistémicos que la producen. </p>
<p>La evolución que da sentido </p>
<p>&laquo;Nada tiene sentido en Biología si no es visto a través del prisma de la evolución&raquo;, este es el dicho clásico, tantas veces repetido, de Theodosius Dobzhansky. Es interesante caer en la cuenta que el mismo Darwin no utilizó el término &laquo;evolución&raquo; hasta la sexta edición de 1869 del &laquo;Origen de las especies&raquo;. Gilson cree que Darwin huyó en las primeras ediciones de la palabra evolución un tanto desprestigiada por los preformistas contemporáneos, como Charles Bonnet de Ginebra autor de la obra Palingenesia Philosophica. </p>
<p>Sin embargo, después de la lectura del filósofo Herbert Spencer, quien concibió una interpretación general de la realidad a base del principio de evolución, (evolución que para Spencer era puramente mecánica en la que toda finalidad quedaba excluida por el principio de conservación de la energía), Darwin en la sexta edición acepta el término y en el último Capítulo afirma: &laquo;Antaño hablé a muchos naturalistas del asunto de la evolución, y nunca encontré una acogida simpática. Es probable que algunos creyesen entonces en la evolución; pero guardaban silencio o se expresaban tan ambiguamente que no era fácil comprender su pensamiento. Actualmente, las cosas han cambiado por completo, y casi todos los naturalistas admiten el gran principio de la evolución&raquo;. </p>
<p>Una vez aceptado el término, la evolución se ha convertido en una especie de principio general explicativo en Biología. Hoy día, salvada la minoría de algunos fundamentalistas creacionistas, el hecho histórico de la evolución no es motivo de debate y no merece la pena emplear tiempo ni espacio en este trabajo en su discusión. Solamente quisiera clarificar un punto, que a pesar de su simplicidad, parece que aún no está claro en algunos debates. </p>
<p>El evolucionismo como doctrina se opone, desde el punto de vista conceptual, únicamente al fixismo de las especies; sin embargo, no existe ninguna oposición conceptual entre evolución y creación. La creación es un término técnico, bará en hebreo (siempre tiene a Dios por sujeto), ktísis en griego y creatio en latín, y está siempre referido a la radical fundamentación del ser; la creatio ex nihilo no puede entrar, por tanto, a formar parte de ningún discurso científico. </p>
<p>La misma recepción temprana del pensamiento evolucionista por parte de algunos científicos y filósofos cristianos confirman lo que acabamos de enunciar. Muy pronto (1904) el entomólogo jesuita Erich Wasmann en su trabajo Biología moderna y teoría evolucionista no sólo aceptó y defendió la doctrina general de la evolución sino que admitió también que probablemente se le podía aplicar al hombre. Hoy, pues, podemos afirmar que existe un consenso en aceptar la evolución biológica como un hecho real histórico, que tiene la certeza de los acontecimientos históricos; hecho que pertenece a la Historia natural, como fue un hecho real de la historia humana la caída del Imperio romano o la batalla de Lepanto. </p>
<p>Entre las diferentes teorías de explicación del hecho evolutivo se destacan dos grandes grupos: lamarckismo y darwinismo. Los caracteres adquiridos, según Lamarck, se transmiten a la descendencia. Tempranamente el lamarckismo fue refutado experimentalmente por el pariente de Darwin, Francis Galton, mediante transfusiones de sangre entre conejos (que no cambiaban el color de la piel de los descendientes) y más tarde August Weismann, cortó la cola a decenas de generaciones de ratones sin por ello conseguir ratones con colas más cortas. </p>
<p>El darwinismo clásico, la herencia inmediata de Darwin, se basaba en los siguientes principios: </p>
<p>&bull; El número de individuos de las distintas especies permanece más o menos constante en la naturaleza. <br />&bull; La capacidad reproductiva de animales y plantas es muy superior a la necesaria para conservar ese número de individuos constantes. <br />&bull; Hay una alta mortalidad expresión de la lucha por la existencia. <br />&bull; Los individuos de las especies no son idénticos sino que muestran una gran variabilidad. <br />&bull; Los cambios son hereditarios y en la lucha por la vida permanecen las variaciones más favorables. <br />&bull; Los cambios acumulados en generaciones imponen un cambio gradual de las especies conducentes a una mejor adaptación a las condiciones del entorno ambiental. <br />&bull; Cuando estas condiciones varían en distintos lugares las sucesivas generaciones no sólo devendrán distintas de sus padres, sino distintas unas de otras. </p>
<p>Concepto cuestionable </p>
<p>A pesar de ser coetáneos Mendel y Darwin, no tenemos constancia de que Darwin conociera los escritos de Mendel, los cuales parece que no tuvieron mucha difusión a pesar de aparecer referidos en la novena edición de la Enciclopedia Británica. </p>
<p>Igualmente, hace unos años el historiador Andrés Galera, al preguntarse si Darwin conocía los escritos del fraile agustino, que había descubierto que los caracteres son discretos y segregables, respondía: &laquo;Resulta improbable que al final de su vida, falleció en 1882, Darwin no tuviese noticias de su trabajo, pero el hecho es ya poco relevante, incluso anecdótico, serán otros los encargados de incorporar las leyes mendelianas al ideario evolucionista&raquo;. Estos factores hereditarios recibieron más tarde el nombre de &laquo;genes&raquo;. En la genética clásica, un gen era un concepto abstracto &ndash;una unidad de herencia que transfiere una característica de padres a hijos. </p>
<p>Cuando estamos tratando sobre el estado de la cuestión en Biofilosofía resulta curioso notar que en la era de la genómica el mismo concepto de gen sea aún cuestionable. Es propio del discurso científico usar términos unívocos y huir de la polisemia. El término proveniente del griego &laquo;gene&raquo; fue introducido por Wilhelm Johannses en 1909. </p>
<p>El Diccionario Inglés de Oxford define el gen como: &laquo;Cada una de las unidades de la herencia que son transmisibles por los progenitores a su descendencia en los gametos, usualmente como parte de un cromosoma, y controlan y determinan una característica singular en la descendencia&raquo;. Definición que cae dentro del campo semántico de la genética clásica. Recientemente se ha hablado de hasta dieciocho definiciones de gen. </p>
<p>A pesar de que el concepto de gen no es unívoco para los representantes de las diferentes ramas de la Biología, después del redescubrimiento de Mendel a principios del siglo XX por H. M. de Vries, C. Correns y E. von Tschermak, la Genética clásica dio lugar a lugar a la teoría mutacionista para explicar el origen de la novedad. En los años treinta del siglo pasado tuvo lugar la síntesis entre el darwinismo y el concepto de mutación genética dando lugar al neodarwinismo. </p>
<p>La evolución es explicada por cambios genéticos de poblaciones debido a las mutaciones y el principio de selección natural. Según el neodarwinismo: </p>
<p>&bull; Se conserva el gradualismo. La evolución es concebida como un proceso lento sin cambios, que explicaría tanto la anagénesis como la cladogénesis. <br />&bull; El fenotipo es siempre una manifestación del genotipo. El grado de diferencia morfológica es proporcional al grado de diferencia genética. <br />&bull; El desarrollo del individuo desde la etapa embrionaria al adulto, no aporta ningún conocimiento especial, lo que ponía en cuestión la ley biogenética de Haeckel. </p>
<p>El nuevo paradigma evolutivo: Evo-Devo </p>
<p>Después de varias décadas de predominancia del paradigma neodarwinista, algunos biólogos han vuelto a la regulación del desarrollo embrionario para explicar la evolución. La &laquo;epigénesis&raquo; aristotélica, desprestigiada por los preformistas del siglo XIX, fue recogida por Conrad H. Waddington con una nueva formulación. &laquo;Hace algunos años introduje la palabra, &ldquo;epigenética&rdquo;, derivada del término aristotélico &ldquo;epigénesis&rdquo;, y que ha caído más o menos en desuso, como una rama de la Biología que estudia las interacciones causales entre los genes y sus productos, interacciones que dan el ser al fenotipo&raquo;. Mediante el desarrollo epigenético el organismo irá diferenciándose en respuesta a las señales recibidas, que pueden ser: autocrinas, paracrinas, endocrinas y exocrinas. </p>
<p>La epigénesis representa, por tanto, el proceso mediante el cual el organismo se va adaptando a su entorno y expresando su programa inscrito en el DNA a partir de sus propias capacidades. La concepción epigenética comporta la afirmación de que la regulación fisiológica y la misma evolución no residen tanto en el genoma, sino en las redes interactivas que organizan las respuestas. &laquo;Las mutaciones, si afectan a genes cuya función reside en organizar las primeras etapas del desarrollo, pueden dar lugar a cambios radicales en las formas&raquo;. </p>
<p>El desarrollo de la genómica de los últimos años ha confirmado la intuición primaria de Waddington. El genoma del chimpancé, comparado con el genoma humano, varía solamente un 1.06% dentro de los segmentos del DNA codificantes de proteínas, pero las diferencias claves yacen en los cambios sutiles de los patrones de expresión génica implicados en el desarrollo y en la especificación e interconexiones dentro del sistema nervioso. </p>
<p>Nueva síntesis para explicar la evolución </p>
<p>Como es frecuente que acontezca, a veces, las intuiciones que llevan a cambios de paradigma, se suelen adelantar en el tiempo y fue a partir de los años ochenta del siglo pasado cuando una nueva visión de la evolución tiene lugar. La emergencia de este nuevo campo de investigación promete una nueva síntesis para la explicación de la evolución. La unión entre la teoría neodarwinista de la selección natural y la genética del desarrollo constituye la Biología evolutiva y del desarrollo, mejor conocida como &laquo;EVO-DEVO&raquo;. </p>
<p>Este nuevo paradigma &laquo;trata de descubrir, bajo un paraguas conceptual que abarque todo, las reglas y los mecanismos que la evolución ha llevado a cabo a lo largo del tiempo para generar en el pasado y en el presente la biodiversidad&raquo;. </p>
<p>En un reciente artículo, el biofilósofo Michael Ruse dice, de una manera muy gráfica, que Evo-Devo sería el campo de investigación que le gustaría elegir como materia de su Tesis doctoral, si tuviera que hacerla ahora en el año 2005, (él la hizo cuarenta años antes en 1965). </p>
<p>Michael Ruse encuentra que Evo-Devo plantea los siguientes problemas filosóficos: en primer lugar, desde la síntesis de los años treinta el paradigma neodarwinista dominante había sido la selección natural (über alles). &iquest;Está amenazado el darwinismo por Evo-Devo, puesto que pone el énfasis en el desarrollo? Ruse piensa que si Darwin viviera estaría entusiasmado y que Evo-Devo completa la selección natural y que no la contradice. </p>
<p>En segundo lugar, hay una apasionante conexión entre Evo-Devo y la Paleontología; Stephen Gould lo ha aclarado en su obra The structure of evulotionary theory. Los primeros trabajos de Gould y su teoría de los equilibrios interrumpidos (punctuated equilibria) pusieron de manifiesto que los registros fósiles mostraban poblaciones poco variables a lo largo del tiempo con episodios de rápida aparición de nuevas formas, lo que de alguna manera contradecía el gradualismo, componente esencial del darwinismo. Según Ruse se plantea un nuevo debate donde los científicos y los filósofos deben trabajar conjuntamente; para la Paleontología debe ser una gran ayuda la discusión filosófica sobre la relación entre los fósiles y la Embriología. </p>
<p>Desafíos y oportunidades </p>
<p>Finalmente, se plantea la cuestión: &iquest;qué puede significar Evo-Devo para la evolución humana? Según Ruse, Evo-Devo plantea problemas muy interesantes acerca de la comprensión del cuerpo humano. Si duda ninguna, conforme la genómica y la proteómica comparada vayan avanzando en los próximos años, habrá descubrimientos muy importantes y merece la pena que los filósofos estén atentos. &laquo;Yo soy un darvinista de línea dura. Pero los puros darvinistas conocen que las nuevas ideas son desafíos y oportunidades, no barreras o impedimentos&raquo;, dice Ruse. </p>
<p>La revista Biology and Philosophy editó en el año 2003 un número especial dedicado al desarrollo del nuevo paradigma Evo-Devo. Los títulos de algunos de los artículos: &laquo;Desbloqueando la caja negra entre genotipo y fenotipo&raquo;, &laquo;El camino a partir de Haeckel&raquo;, &laquo;Morfología evolutiva, innovación y la síntesis de la Biología evolutiva y del desarrollo&raquo;, &laquo;Cómo el desarrollo puede dirigir la evolución&raquo;, pueden ayudarnos a comprender cómo se ha fraguado la nueva teoría y los problemas que suscita. </p>
<p>En efecto, los estudios comparativos de los mecanismos del desarrollo (incluyendo los mecanismos genéticos), que pueden ser llevados a cabo a través de los taxones, hacen posible la reconstrucción fidedigna y detallada de los procesos de desarrollo y abren una esperanza para que los modelos teóricos del desarrollo puedan ser integrados en los modelos de la evolución. La Reunión de Dahlem (1981) puede considerarse como el comienzo de este programa de investigación. </p>
<p>Después de Dahlem, W. Arthur publicó en 1984 la obra: A combined genetic, developmental and ecological approach, la cual constituye un intento de comprensión simultánea de la evolución desde la triple perspectiva: genética, ecológica y desde el desarrollo. Desde mediados de los noventa, una serie de libros de texto, sugieren que el nuevo paradigma de explicación de la evolución ha entrado en un periodo de ciencia normal según la terminología de Thomas S. Kuhn; el paradigma neodarwinista explicaría muy bien la microevolución y el nuevo paradigma Evo-Devo la macroevolución. </p>
<p>Enseguida una serie de biofilósofos se han hecho eco de los problemas planteados. Estos problemas serían: a) &iquest;se ha logrado verdaderamente una síntesis conceptual?, b) &iquest;cuál es el estatuto de la genética del desarrollo?, c) Evo-Devo presenta un desafío a la teoría evolutiva que estaba basada fundamentalmente en la genética de poblaciones y, por ello, se tendrán que revisar las concepciones usuales de la evolución. El programa de investigación requiere una exploración de las implicaciones del desarrollo ontogenético sobre la evolución y cuáles pueden ser los sesgos en el futuro. </p>
<p>Conclusión </p>
<p>La observación experimental en la segunda mitad del siglo XX ha ido confirmando algunos de los grandes capítulos de la Biología como: la teoría celular, la Bioquímica que comporta la comprensión de las reacciones metabólicas, la Bioenergética, la Ecología, la genética molecular, la epigenética. Últimamente el paradigma explicativo Evo-Devo se perfila como una nueva síntesis de explicación del hecho histórico de la evolución. </p>
<p>La reflexión filosófica sobre los problemas, que la comprensión de los organismos vivos plantea, ha sido una constante recurrente en el pensamiento filosófico desde Aristóteles hasta nuestros días en la búsqueda de las bases epistemológicas que nos conduzcan a una ontología del organismo viviente. Se perfila, así, una racionalidad, un lógos para bíos, diferente de la racionalidad lineal mecanicista, en la que no es posible un reduccionismo epistemológico, puesto que la metodología y el discurso de las ciencias físicas y químicas es incapaz de abarcar los fenómenos de gran complejidad, donde aparecen propiedades emergentes en el todo y donde acontece también una influencia causal del todo sobre los elementos estructurales y funcionales del sistema. </p>
<p>La investigación de una totalidad organizada, como la que define el ser vivo más elemental, un procarionte, necesita una serie de categorías o matrices conceptuales que definen los sistemas jerarquizados con finalidad interna, en los que tiene lugar una evolución en el desarrollo individual (ontogénesis) y el despliegue en el tiempo de la biodiversidad (filogénesis). </p>
<p>Si es verdad que nada tiene sentido en Biología sino a la luz de la evolución, una comprensión del hecho histórico, teniendo en cuenta los datos experimentales de la Paleontología y de la Biología experimental, la genómica y la proteómica comparada, así como la Genética del desarrollo, es decir todo lo que queda albergado bajo el paraguas del nuevo paradigma Evo-devo, nos llevará a situar a la Biología, como una ciencia autónoma, que necesita ciencias auxiliares como son la Física y la Química, como metodologías experimentales de estudio de los fenómenos fisiológicos, pero muy lejos del pretendido reduccionismo positivista. </p>
<p><b>Ignacio Nuñez de Castro, Catedrático de Bioquímica y Biología Molecular, Universidad de Málaga. </b></p>
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<p></span>
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		<title>Viaje en el tiempo (Time trip) (Subtitulado)</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
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		<title>Confirman que el poder de la imaginación es real</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[La mera visualización de una postura condiciona las respuestas del cuerpo tanto como la postura física realmente adoptada. Científicos de la Universidad de Washington han constatado empíricamente, por vez primera, el efecto de la imaginación sobre la realidad. A dieciséis personas se les pidió que buscaran en la pantalla de un ordenador una letra y [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=103&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="soustitre">La mera visualización de una postura condiciona las respuestas del cuerpo tanto como la postura física realmente adoptada. </h3>
<p>
<h3 class="access">Científicos de la Universidad de Washington han constatado empíricamente, por vez primera, el efecto de la imaginación sobre la realidad. A dieciséis personas se les pidió que buscaran en la pantalla de un ordenador una letra y que señalaran cuándo la habían encontrado imaginando al mismo tiempo una de estas dos posturas: sus manos cercanas a la pantalla o sus manos situadas a la espalda. Los resultados del experimento demostraron que la mera visualización de una postura condiciona las respuestas del cuerpo tanto como la postura física realmente adoptada. Los científicos señalan que esto demuestra que la imaginación tiene la extraordinaria capacidad de dar forma a la realidad. </h3>
<p><br class="texte clear" />		 <br class="sep_para access" />
<div id="para_1" class="para_1752551 resize">
<div class="photo left"> 				 <a href="void(0)" rel="http://www.tendencias21.net/photo/grande-1329821-1752551.jpg?ibox" title="Wordplus"><img src="http://www.tendencias21.net/photo/1329821-1752551.jpg?v=1240090749" alt="Wordplus" title="Wordplus" /></a> 			 </div>
<div class="texte">
<div class="access"> 					 Los psicólogos Christopher Davoli y Richard Abrams, de la <a class="liens" href="http://www.wustl.edu/">Universidad de Washington</a> en Saint Louis, Estados Unidos, han demostrado empíricamente, por vez primera, que el poder de la imaginación es un poder real. </p>
<p>					 Según informa la <a class="liens" href="http://www.psychologicalscience.org/">Association for Psychological Science</a> de EE.UU. en un <a class="liens" href="http://www.psychologicalscience.org/media/releases/2009/davoli.cfm">comunicado</a>, de esta investigación se desprende que la imaginación es más eficiente de lo que creemos a la hora de ayudarnos a alcanzar nuestros objetivos. </p>
<p>					 En un <a class="liens" href="http://artsci.wustl.edu/%7Erabrams/reprints/DavoliAbrams2009.pdf">artículo</a> publicado al respecto en la revista Psychological Science, se explica que en un <a class="liens" href="http://www.artsci.wustl.edu/%7Erabrams/reprints/AbramsDavoliDuKnappPaull2008proofs.pdf">estudio</a> realizado por el propio Davoli en 2007, se había constatado ya que los objetos situados cerca de las manos los analizamos visualmente con mayor intensidad. </p>
<p> En dicho estudio, los participantes debieron colocar sus manos cerca de determinados objetos físicos para comprobar el análisis visual y la eficacia de las respuestas del cuerpo hacia dichos objetos. Se comprobó que la rapidez de la respuesta del cuerpo a los objetos dependía de la cercanía o lejanía de las manos de los objetos analizados: si las manos están cerca del objeto analizado, la reacción corporal tarda más que si las manos están alejadas del citado objeto. Se cree que esto se debe a la importancia de la representación visual para poder asir o evitar los objetos cercanos a nuestras manos. </p>
<p> En la nueva investigación de Davoli, sin embargo, las posturas de las manos –más lejos o más cerca de los objetos- no se adoptaron físicamente, sino sólo con la imaginación. Sin embargo, a pesar de esta significativa diferencia respecto del primer experimento, los resultados no variaron, lo que según estos investigadores significa que imaginar una postura da los mismos resultados que adoptarla realmente. </p>
<p>					 <b>Tarea visual e imaginación</b>  					 </p>
<p>En las pruebas de esta última investigación participaron dieciséis estudiantes que, en primer lugar, se ejercitaron en la práctica de imaginar movimientos. Posteriormente, todos ejecutaron una tarea visual a través de un ordenador, al tiempo que imaginaban sus manos en dos posiciones diferentes. </p>
<p> En un momento del experimento, las manos se las imaginaban situadas alrededor del monitor, como si los participantes fueran a abrazar la pantalla con ambas manos (postura cercana), y en otro momento del experimento, se imaginaban que sus manos estaban colocadas a su espalda (postura alejada). </p>
<p> La tarea visual consistía en buscar, en la pantalla del ordenador, una letra-objetivo (H o S) que se encontraba confundida en conjuntos de tres o siete letras de distracción. A continuación debían avisar, con la mayor rapidez posible, que la habían encontrado pulsando una tecla. </p>
<p> Antes de realizar este ejercicio, en la pantalla del ordenador aparecía un aviso de tres segundos de duración que indicaba a los participantes cuál de las dos posturas de las manos debían imaginarse durante la tarea visual explicada. </p>
<p> Sin embargo, aunque se imaginaran las manos intentando abrazar la pantalla del ordenador o situadas a sus espaldas, las manos permanecían –en realidad- junto al teclado durante todo el experimento. En total fueron realizados dos bloques de 64 pruebas. </p>
<p>					 <b>Dar forma a la realidad</b> 					 </p>
<p>Los resultados demostraron que la mera imaginación de una de las dos posturas afectaba a la velocidad de respuesta de una forma muy similar a la obtenida en los estudios previos, con posturas de las manos realmente efectuadas, no imaginadas. </p>
<p> Así, los participantes de esta segunda investigación pasaban más tiempo buscando la letra-objetivo cuando se imaginaban sujetando el monitor, en comparación con cuando se imaginaban a sí mismos con las manos a la espalda. </p>
<p> Los investigadores sugieren que la mayor lentitud en las búsquedas de la letra objetivo indica un análisis más minucioso de los objetos que están cercanos a las manos, aunque esta postura sea sólo imaginaria. De esta forma, se repitieron los resultados de la citada investigación anterior, en la que los participantes invirtieron más tiempo en observar objetos cercanos a sus manos que en observar objetos realmente alejados de éstas. </p>
<p> Los científicos señalan que este hallazgo indica que nuestro espacio “peripersonal” puede extenderse al espacio de la imaginación. El espacio peripersonal es el que está situado alrededor de nuestro cuerpo, y es descrito por los autores de esta investigación como “una “burbuja” invisible que se extiende varios centímetros a partir de la piel en todas las direcciones”. </p>
<p> Esta capacidad, señalan los investigadores, presenta algunas ventajas, como la posibilidad de determinar, antes de realizarla, si una acción es o no realista (por ejemplo, ¿puedo llegar a la estantería más alta?) o para ayudarnos a evitar algunos choques. </p>
<p> Los autores del estudio concluyen que los resultados confirman una idea que ha sido expuesta durante mucho tiempo por expertos en motivación, psicólogos deportivos, e incluso por John Lennon: que la imaginación tiene la extraordinaria capacidad de dar forma a la realidad. </p>
<p> Algo que conocen muy bien, por ejemplo, los deportistas, que utilizan la visualización mental para ayudarse a mecanizar, a automatizar los gestos deportivos y a reforzar sus aptitudes, mejorando sus propias destrezas deportivas. </p></div>
</p></div>
</p></div>
<p> 		 <br class="texte clear" />		 <br class="texte clear" />
<div id="date" class="date">
<div class="access">Sábado 18 Abril 2009</div>
</p></div>
<div class="auteur">
<div class="access">Yaiza Martínez</div>
</p></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=05f294c1-0193-8cc0-b6c1-749d031092b9" /></div>
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		<item>
		<title>O Universo é um computador?</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/04/19/o-universo-e-um-computador/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Universo é um computador? Tudoo que conhecemos não passa do processamento de uma imensa máquina quecospe a realidade. Pelo menos é o que diz o cientista Seth Lloyd Comente a matéria Leia os comentários Envie a um amigo Imprimir FUTURO Estudantes australianos observam aparelho de pesquisas. Nenhum laboratório conseguiu ainda obter um protótipo de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=101&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="materiaTitulo">O Universo é um computador?</p>
<p>	
<p class="materiaSubtitulo">Tudo<br />o que conhecemos não passa do processamento de uma imensa máquina que<br />cospe a realidade. Pelo menos é o que diz o cientista Seth Lloyd</p>
<p>	
<div id="ferramentasSuperiores"> 
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</ul></div>
<p> <br />
<table align="right" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="4" cellspacing="1" width="137">
<tbody>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td height="73"> 
<div align="center"><img src="http://epoca.globo.com/edic/417/cosmologia_01.jpg" width="200" height="130" /></div>
<p>            </td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td class="legenda" height="53"> 
<div align="right">FUTURO Estudantes australianos observam aparelho <br />                de pesquisas. Nenhum laboratório conseguiu ainda obter um protótipo <br />                de computador quântico</div>
<p>            </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> 
<p>Desta vez não é nem um astrofísico nem um cosmólogo quem se aventura <br />          a explicar a origem do Universo. É um especialista em computadores: <br />          Seth Lloyd, professor de Engenharia Mecânica do Massachusetts Institute <br />          of Technology (MIT), um dos maiores centros mundiais de pesquisa científica. <br />          Ele afirma que todo o cosmo, da galáxia em espiral na foto acima às <br />          moléculas de poeira na ponta da chuteira do Ronaldinho, faz parte de <br />          &#8211; acredite &#8211; um gigantesco e complexo computador.         </p>
<p>Esse processador descomunal é alimentado, segundo Lloyd, por cada pequeno <br />          evento físico, em qualquer quebrada obscura do Universo, desde o início <br />          dos tempos há 13,7 bilhões de anos. E o que essa máquina cósmica cospe <br />          como resultado final é a própria realidade. Não se trata de uma comparação <br />          ou metáfora. Lloyd não afirma que o Universo &#8220;se parece com&#8221; ou &#8220;funciona <br />          como&#8221; um computador. Para ele, o Universo &#8220;é&#8221; um computador.        </p>
<p>Claro que Lloyd não se refere a um computador tradicional, feito com <br />          chips de silício e impulsos elétricos. Trata-se de uma máquina que explora <br />          algumas singularidades das partículas fundamentais que constituem a <br />          matéria e, por isso, é conhecida como computador quântico. O próprio <br />          Lloyd é um especialista nesse tipo nascente de computação. Foi ao pesquisar <br />          a física básica necessária para montar essas máquinas que ele esboçou <br />          sua teoria, descrita em seu livro Programming the Universe (Programando <br />          o Universo), recém-lançado nos Estados Unidos.        </p>
<p>Suas idéias lembram o filme Matrix. O mundo que vemos, segundo o filme, <br />          é apenas um ambiente virtual montado por computadores, uma imensa máquina <br />          que nos ilude o tempo todo. Só agimos dentro desse mundo virtual porque <br />          estamos plugados a ele. Na versão do cinema, porém, o mundo real existe. <br />          E acordamos para ele quando tiramos os plugues. A versão de Lloyd é <br />          bem mais radical. &#8220;No Matrix, o que você vê é falso, é uma simulação. <br />          Mas nosso Universo é uma simulação tão exata que é indistinguível do <br />          real&#8221;, afirma Lloyd. &#8220;Átomos e moléculas são bits. A linguagem da máquina <br />          são as leis da física.&#8221;         </p>
<p>A idéia radical de Lloyd não está amparada por nenhuma evidência científica. <br />          Mas ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da física: por que o <br />          tempo flui apenas em um único sentido, rumo à maior entropia, termo <br />          criado pelo físico alemão Rudolf Clausius para definir a quantidade <br />          de informação &#8211; ou complexidade &#8211; de um sistema.        </p>
<p>#Q:O Universo é um computador? &#8211; continuação:#</p>
<p>        </p>
<table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="4" cellspacing="1" width="137">
<tbody>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td height="73"> 
<div align="center"><img src="http://epoca.globo.com/edic/417/cosmologia_02.jpg" width="160" height="200" /></div>
<p>            </td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td class="legenda" height="53"> 
<div align="right">LUZ Pesquisadora russa em Novosibirsk produz <br />                cristais que podem ser usados na produção de computadores quânticos</div>
<p>            </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> 
<p>Para explicar essa idéia, pense em um baralho. As cartas vêm da fábrica <br />          organizadas. Com duas informações, o naipe e a hierarquia da carta, <br />          é possível achar qualquer uma no baralho. Mas, se as cartas forem embaralhadas, <br />          o sistema ganha desordem e complexidade. Para encontrar uma carta, será <br />          preciso examinar uma a uma. Agora, elas estão em uma seqüência específica <br />          entre 1.068 possibilidades, portanto há muito mais informação no baralho. <br />          Pois, segundo Lloyd, é isso que acontece no Universo quando uma fruta <br />          apodrece na terra e suas moléculas, antes ordenadas, se embaralham no <br />          solo. Lloyd afirma que todas as novas informações fornecidas pela podridão <br />          da fruta são equivalentes ao fluxo de dados que alimenta o colossal <br />          computador chamado Universo. Como esse computador sempre processa dados, <br />          o Universo sempre terá mais informação, portanto o tempo anda para a <br />          frente.        </p>
<p>Para Lloyd, apenas um computador quântico seria capaz de processar <br />          as incertezas da dinâmica no Universo. Os computadores comuns processam <br />          a informação na forma de dígitos binários, conhecidos como bits. Os <br />          resultados são previsíveis, pois 1 bit pode valer &#8220;0&#8243; ou &#8220;1&#8243;. Só que, <br />          enquanto um computador tradicional fornece apenas respostas do tipo <br />          &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;, uma máquina quântica poderia oferecer as diferentes <br />          probabilidades de que um resultado seja &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;. Essa incerteza, <br />          de acordo com Lloyd, está mais próxima do comportamento das partículas <br />          subatômicas que fazem o Universo.        </p>
<p>Vários laboratórios do mundo estão pesquisando como construir computadores <br />          desse tipo. Teoricamente, eles podem multiplicar o poder de cálculo <br />          das máquinas. No jargão da computação quântica, em vez de 1 bit, o processamento <br />          seria feito por meio de unidades chamadas qubits, que podem carregar <br />          mais de uma informação. Feitos com partículas fundamentais da matéria, <br />          os qubits poderiam ser usados em mais de um cálculo ao mesmo tempo. <br />          Um computador com 2 qubits poderia, por exemplo, rodar quatro operações <br />          simultâneas. Com 1.000 qubits, um processador quântico poderia fazer <br />          mais cálculos do que o número de partículas no Universo.</p>
<table align="right" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="4" cellspacing="1" width="137">
<tbody>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td class="destaque" height="73"> 
<div align="center"><b>Processadores quânticos podem ser o único <br />                jeito de continuar <font color="#cc0000">miniaturizando</font> <br />                os computadores </b></div>
<p>            </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> 
<p>Apesar do potencial, nenhum laboratório conseguiu produzir ainda um <br />          protótipo de computador quântico. Uma das dificuldades é isolar partículas <br />          que possam funcionar como qubits. Uma equipe da Universidade de Oxford, <br />          na Inglaterra, conseguiu manter um único qubit durante 500 bilionésimos <br />          de segundo, tempo insuficiente para realizar qualquer operação matemática. <br />          Agora, os pesquisadores tentam segurar o átomo mais tempo. Cientistas <br />          da Hitachi, em Cambridge, na Inglaterra, foram mais longe. Fabricaram <br />          um tipo de circuito em que elétrons se comportam como qubits. &#8220;É possível <br />          fazer isso usando processos tradicionais de fabricação de chips&#8221;, afirma <br />          David Williams, coordenador do estudo. Mas ele ainda não conseguiu nada <br />          que possa rodar um programa.         </p>
<p>As tentativas mais ousadas para chegar ao computador quântico usam <br />          materiais mais inovadores. Vários pesquisadores apostam em um tipo de <br />          matéria descoberto há apenas dez anos, chamado condensado de Bose-Einstein. <br />          As pesquisas ainda estão em estágio inicial, mas devem ser vitais para <br />          o futuro da indústria eletrônica dentro de 15 anos. No ritmo atual de <br />          miniaturização, os fabricantes de chips terão de fazê-los com outro <br />          material. O caminho natural parece apontar para as partículas quânticas. <br />          E um dia pode-se chegar, se as teorias de Seth Lloyd tiverem algum sentido, <br />          até à criação de universos artificiais como o do filme Matrix.         </p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=7a806441-83b8-8884-ba1a-fe2ee23dac44" /></div>
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	</item>
		<item>
		<title>La sociedad se colapsa porque hemos olvidado cómo jugar</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/04/19/la-sociedad-se-colapsa-porque-hemos-olvidado-como-jugar/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[El juego libre es esencial para los niños porque fomenta la cooperación y la no-competitividad Los humanos de las sociedades cazadoras y recolectoras desarrollaron el juego para propiciar las sociedades cooperativas, señala un psicólogo norteamericano. Este hecho tendría consecuencias para nuestra sociedad actual, en la que los niños pasan su tiempo de ocio viendo la [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=100&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="soustitre">El juego libre es esencial para los niños porque fomenta la cooperación y la no-competitividad </h3>
<p> 		 <br class="texte clear" />
<div class="chapeau">
<h3 class="access"> Los humanos de las sociedades cazadoras y recolectoras desarrollaron el juego para propiciar las sociedades cooperativas, señala un psicólogo norteamericano. Este hecho tendría consecuencias para nuestra sociedad actual, en la que los niños pasan su tiempo de ocio viendo la televisión, jugando a los videojuegos o en actividades extraescolares. Los niños necesitan volver al juego libre, auto-organizado, no competitivo y sin supervisión adulta para que puedan convertirse en adultos con capacidad de empatizar y de colaborar, advierte el investigador. El fruto del abandono del juego se ve en las acciones egoístas que han llevado a un colapso económico, afirma, que son síntoma de una sociedad que ha olvidado cómo jugar y aprender a ponerse en el lugar de los otros. Por Yaiza Martínez. </h3>
</p></div>
<p> 		 <br class="texte clear" />		 <br class="sep_para access" />
<div id="para_1" class="para_1747103 resize">
<div class="photo left"> 				 <a href="void(0)" rel="http://www.tendencias21.net/photo/grande-1326165-1747103.jpg?ibox" title="La sociedad se colapsa porque hemos olvidado cómo jugar"><img style="float:none;" src="http://www.tendencias21.net/photo/1326165-1747103.jpg?v=1239876593" alt="La sociedad se colapsa porque hemos olvidado cómo jugar" title="La sociedad se colapsa porque hemos olvidado cómo jugar" /></a> 			 </div>
<div class="texte">
<div class="access"> Una nueva teoría sobre adaptaciones tempranas de los humanos sugiere que nuestros ancestros desarrollaron la capacidad de jugar para propiciar el desarrollo de una forma de vida muy cooperativa. </p>
<p>					 Según un psicólogo del <a class="liens" href="http://www.bc.edu/">Boston College</a> de Estados Unidos, llamado <a class="liens" href="http://www.bc.edu/schools/cas/psych/faculty_staff/gray.html">Peter Gray</a>, el uso del juego en los humanos antiguos habría ayudado a vencer las tendencias de agresión y de dominio que habrían hecho imposible una sociedad cooperadora. El juego se ha mantenido en nuestra especie como herramienta de cohesión social desde entonces hasta la actualidad… o casi. </p>
<p>					 Gray explica en un <a class="liens" href="http://www.bc.edu/offices/pubaf/journalist/Gray_Play.html">comunicado</a> emitido por el Boston College que “el juego y el humor no son sólo formas de divertirnos sino que sirven para promover las actitudes igualitarias, intensificar la coparticipación, y en su momento ayudaron a los humanos cazadores-recolectores a conseguir la paz social de la que dependían para sobrevivir”. </p>
<p>					 <b>El juego ideal</b> 					 </p>
<p>					 En un <a class="liens" href="http://evolution.binghamton.edu/evos/pdf%20files/Hunter-Gatherer%20Play,%20Final-2.doc">artículo</a> aparecido en la revista especializada <a class="liens" href="http://www.americanjournalofplay.org/">American Journal of Play</a>, Gray señala que los humanos de aquella época utilizaban el humor, de manera deliberada, para mantener la igualdad y evitar los altercados. Incluso sus leyes y rituales tenían cualidades similares a las del juego. </p>
<p> En la actualidad, sin embargo, las actividades lúdicas que permiten contrarrestar la avaricia o la arrogancia, y que promueven la empatía se han perdido en gran medida. Según Gray, no sería exagerado “sugerir que las acciones egoístas que han propiciado el colapso económico reciente son, en parte, síntomas de una sociedad que ha olvidado cómo jugar”. </p>
<p> El interés por el juego cada vez es mayor entre psicólogos, educadores y el público general porque “la gente está empezando a darse cuenta de que hemos ido muy lejos en la dirección de enseñar a los niños únicamente a competir”, afirmó el psicólogo. </p>
<p> Y continuó: “hemos privado a los niños de las formas normales, no-competitivas, del juego social, que tan esencial resulta para el desarrollo del sentido de igualdad, de conexión y de empatía”. </p>
<p>					 <b>Juego libre</b> 					 </p>
<p>Gray afirma que el tipo de “juego” que en su momento ayudó a desarrollar estas cualidades a los niños de nuestros ancestros sería aquél que es libremente escogido, que mezcla edades, que no está organizado por los adultos y que no es competitivo. Este “juego libre” es muy diferente a los entretenimientos actuales de los niños: videojuegos, ver la televisión o actividades extraescolares y deportes. </p>
<p> Por otro lado, la presencia habitual de adultos supervisores y observadores en los juegos infantiles hace que los niños se pongan en una disposición competitiva. De esta forma se pierden las ventajas que otorgan los juegos auto-organizados: con ellos los niños aprenden a llevarse bien con personas diversas, a comprometerse y a anticipar y conocer las necesidades de los demás (para que otros quieran seguir jugando contigo, por ejemplo, debes ser capas de ver el mundo desde su óptica). </p>
<p> “Los niños y los adolescentes de las culturas cazadoras-recolectoras jugaban “juegos libres” constantemente, convirtiéndose así en adultos extraordinariamente cooperativos e igualitarios”, señala Gray. </p>
<p> Por tanto el juego termina siendo un componente fundamental de la naturaleza humana en la edad adulta, al haber permitido que los alumnos se desarrollaran como seres intensamente sociales y colaboradores. </p>
<p>					 <b>El juego a todos los niveles</b>  					 </p>
<p>En el transcurso de la investigación de Gray, se hizo cada vez más evidente que el juego y el humor se hallaban en el núcleo de las estructuras sociales de los cazadores-recolectores adultos. </p>
<p> Éstos usaban el humor, deliberadamente, para mantener las igualdades y evitar los conflictos, y sus modos de compartir presentaban cualidades similares a las de los juegos. </p>
<p> Sus creencias religiosas y sus ceremonias también eran festivas y estaban basadas en suposiciones acerca de sus propias deidades de igualdad, humor y voluntades antojadizas. </p>
<p> Asimismo, en las sociedades cazadoras-recolectoras, también se mantenían actitudes “juguetonas” en la caza, durante la recolección y durante otras actividades de subsistencia, en parte para permitir que cada persona eligiese cuándo, cómo y cuanto se ocuparía en dichas actividades. </p>
<p> Es decir, que el juego no sólo ayudaba a comprometerse en actividades comunes sino también a mantener en cierta medida la autonomía individual. </p>
<p>					 Según <a class="liens" href="http://www.dartmouth.edu/%7Eanthro/faculty/endicott.html">Kirk M. Endicott</a>, un antropólogo experto en estas sociedades del <a class="liens" href="http://www.dartmouth.edu/">Dartmouth College</a> de Estados Unidos, “la perspectiva de Gray ayudaría a comprender porqué algunas sociedades pueden mantenerse en armonía y ser cooperativas, aunque al mismo tiempo fomenten la autonomía de los individuos”. </div>
</p></div>
</p></div>
<p> 		 <br class="texte clear" />		 <br class="texte clear" />
<div id="date" class="date">
<div class="access">Jueves 16 Abril 2009</div>
</p></div>
<div class="auteur">
<div class="access">Yaiza Martínez</div>
</p></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=ab8ba29f-baa3-8d8e-9a5a-49b31cca562d" /></div>
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			<media:title type="html">kosmos</media:title>
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			<media:title type="html">La sociedad se colapsa porque hemos olvidado cómo jugar</media:title>
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		<title>Vídeos de Divulgação Científica do Programa «Redes» (TVE2)</title>
		<link>http://kuantica.wordpress.com/2009/03/28/videos-de-divulgacao-cientifica-do-programa-%c2%abredes%c2%bb-tve2/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 16:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setrok Layl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis os documentários vídeo de divulgação científica do programa “Redes”. Trata-se de um programa espanhol, conm episódios de 25 min. aprox. Apresentados por Eduard Punset, académico espanhol, que entrevista famosos cientistas especializados em diversas áreas da ciência. Podem ser vistos on-line no endereço: http://www.smartplanet.es/redesblog/ Podem também ser descarregados aqui, em formato (.mov). Os vídeos pesam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kuantica.wordpress.com&amp;blog=3307716&amp;post=98&amp;subd=kuantica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="snap_preview">
<p>Eis os documentários vídeo de divulgação científica do programa “Redes”. Trata-se de um programa espanhol, conm episódios de 25 min. aprox. Apresentados por Eduard Punset, académico espanhol, que entrevista famosos cientistas especializados em diversas áreas da ciência.</p>
<p>Podem ser vistos on-line no endereço: <a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/" target="_blank">http://www.smartplanet.es/redesblog/</a></p>
<p>Podem também ser descarregados aqui, em formato  (.mov). Os vídeos pesam entre 250 e 450 MB.<br />Recuerden que para visualizarlos deben tener el <a href="http://www.apple.com/es/quicktime/" target="_blank">QuickTime</a> o algún buen códec de reemplazo, como el <a href="http://www.codecguide.com/download_mega.htm" target="_blank">K-Lite</a> (personalmente prefiero el segundo).
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 01: Manipular el cerebro</strong><br /><em>con Álvaro Pascual Leone, neurólogo</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=58" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes01425.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev001.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 02: Violencia y vida urbana</strong><br /><em>con Teresa Caldeira, antropóloga urbana</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=59" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes02393.mov">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev002.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 03: Existe una moral innata</strong><br /><em>con Marc Hauser, psicobiólogo</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=60" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes03799.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev003a.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 04: La intuición no es irracional</strong><br /><em>con Gerd Gigerenzer, psicólogo</em><br /><a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=62" target="_blank">Ver en linea</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://a4.video2.blip.tv/0340000029476/Smartplanet-redes04273.mov" target="_blank">Descargar video</a> <a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev004.pdf" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev004.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 05: No hay uno sino varios universos</strong><br /><em>con Paul Steinhardt, físico y cosmólogo</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=63" target="_blank">Ver en linea</a>] <a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes05261.mov"></a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes05261.mov">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev005.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 06: Somos predeciblemente irracionales</strong><br /><em>con Dan Ariely, economista conductista</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=64">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes06566.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev006.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 07: La batalla de los sexos</strong><br /><em>con Helena Cronin, experta en darwinismo</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=65">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes07254.mov">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev007.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 08: Diálogos sobre cáncer entre un pacientente y su oncólogo</strong><br /><em>con Rafael Rosell, médico oncólogo</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=66" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes8DilogosSobreCncerEntreUnPacinteYSuOnclogo232.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev008.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 09: Los siete pecados de la memoria</strong><br /><em>con Daniel Schacter, profesor de psicología en la Universidad de Harvard</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=71" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-redes09427.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/06/entrev009.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 10: El futuro: la fusión del alma y la tecnología</strong><br /><em>con Ray Kurzweil, tecnólogo, especialista en inteligencia artificial y futurólogo</em></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=80" target="_blank">Ver en linea</a>] </p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes10ElFuturoLaFusinDelAlmaYLaTecnologa423.mov" target="_blank">Descargar video</a>] </p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/07/entrev010.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 11: Así aprendimos a contar</strong><br /><em>con Joe Dauben, historiador de la ciencia del City University de Nueva York</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=93" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes11AsAprendemosAContar29Min285.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/09/Entrev011.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 12: Aprender a cocinar nos hizo humanos</strong><br /><em>con Richard Wrangham, antropólogo de la Universidad de Harvard</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=94" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes12AprenderACocinarNosHizoHumanos374.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/09/entrev012.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 13: Jugando con genes en el cuarto de estar</strong><br /><em>con el premio Nobel Hamilton Smith, director científico de biología sintética en el Craig Venter Institute</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=95" target="_blank">Ver en linea</a>] [<a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes13JugandoConGenesEnElCuartoDeEstar641.mov">Descargar video</a>] [<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/09/entrev013.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 14: Libres y conscientes, pero infelices</strong><br /><em>con Pierre Magistretti, neurobiólogo de la École Polytechnique Fédérale de Lausanne</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=98" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes14LibresYConscientesPeroInfelices287.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/10/entrev014.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 15: Aquí quién manda</strong><br /><em>con Mark van Vugt, psicólogo social evolucionista de la Universidad de Kent</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=103" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes15AquQuinManda921.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/10/entrev015.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 16: ¿Bailamos?</strong><br /><em>con Lawrence Parsons, neurocientífico de la Universidad de Sheffield</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=105" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes16Bailamos691.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/10/entrev016.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 17: Sigue el desafío de la esquizofrenia</strong><br /><em>con María Ron, neuropsiquiatra de la Universidad de Londres</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=108" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes17SigueElDesafoDeLaEsquizofrenia583.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/10/entrev017.pdf">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 18: Todo por la tribu</strong><br /><em>con Mark van Vugt, psicólogo social evolucionista de la Universidad de Kent</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=110" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes18TodoPorLaTribu538.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/11/entrev018.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 19: Innovar copiando a la naturaleza</strong><br /><strong>con Janine Benyus, presidenta del Instituto de Biomimética</strong><br /><a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=118" target="_blank">[Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes19InnovarCopiandoALaNaturaleza764.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[No hay transcripción]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 20: Qué es el tiempo</strong><br /><em>con David Eagleman, neurocientífico de la University of Texas</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=123" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes20QuEsElTiempo719.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2008/11/entrev020.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 21: Cómo empezó todo</strong><br /><em>con Luis Álvarez-Gaumé y John Ellis, físicos teóricos del CERN</em><br /><a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=227" target="_blank">[Ver en linea]</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes21CmoEmpezTodo701.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2009/02/entrev021.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 22: Flipar en colores</strong><br /><em>con David Eagleman, neurocientífico de la University of Texas</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=239" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes22FliparEnColores825.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2009/02/entrev022.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 23: Más allá del átomo</strong><br /><em>con John Ellis, físico del departamento teórico del LHC</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=263" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes23539.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/wp-content/uploads/2009/02/entrev023.pdf" target="_blank">Transcripción PDF</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 24: Podemos leer la mente</strong><br /><em>con </em><em>Richard Haier, </em><em>neurocientífico de la Universidad de Nuevo México</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=273" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes24PodemosLeerLaMente902.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[No hay transcripción]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 25: Fármacos para las emociones</strong><br /><em>con </em><em>con Samuel Barondes, psiquiatra de la Universidad de California</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=277" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes25FrmacosParaLasEmociones844.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[No hay transcripción]</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Redes 26: La monogamia no es natural </strong><br /><em>Con el matrimonio de Judith Eve Lipton, psiquiatra del Swedish Medical Center en Washington, y David Barash, psicólogo de la Universidad de Washington</em><br />[<a href="http://www.smartplanet.es/redesblog/?p=311" target="_blank">Ver en linea</a>]</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://blip.tv/file/get/Smartplanet-Redes26LaMonogamiaNoEsNatural794.mov" target="_blank">Descargar video</a></p>
<p style="text-align:left;">[No hay transcripción]</p>
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